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    <title>Libertad Agencia de Noticias Podcast</title>
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    <pubDate>Fri, 06 Nov 2009 05:36:27 GMT</pubDate>
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    <itunes:summary>Noticia qualificada e imparcial acesse e seja um assinante LIBERTAD.</itunes:summary>
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      <title>Governo brasileiro define participa&#231;&#227;o no 7&#186; F&#243;rum Social Mundial </title>
      <description>Bras&#237;lia - Uma reuni&#227;o esta manh&#227; (5) no Pal&#225;cio do Planalto discutiu a participa&#231;&#227;o do governo brasileiro na s&#233;tima edi&#231;&#227;o do F&#243;rum Social Mundial (FSM). Foi o quarto encontro de representantes governamentais para debater como ir&#227;o participar do maior encontro mundial da sociedade civil. O governo brasileiro enviou representantes a todas as edi&#231;&#245;es anuais do FSM desde 2003. Este ano, o encontro ocorrer&#225; em Nair&#243;bi, capital do Qu&#234;nia, no sudeste africano.

A ida do governo ao encontro foi defendida por Magali Naves, assessora internacional da Secretaria Especial de Pol&#237;ticas de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (Seppir). Ela tem acompanhado as entidades n&#227;o-governamentais brasileiras, que v&#227;o enviar uma delega&#231;&#227;o de 200 pessoas a Nairobi. Magali Naves tamb&#233;m foi ao Qu&#234;nia, ano passado, convidada como observadora para a reuni&#227;o do Comit&#234; Organizador do 7&#186; FSM. "Nossa participa&#231;&#227;o vem desde o Mali", recorda a assessora, referindo-se &#224; edi&#231;&#227;o do F&#243;rum no ano passado, que ocorreu na Venezuela, Paquist&#227;o e Mali, na costa noroeste africana. Na ocasi&#227;o, a Seppir foi ao FSM na &#193;frica para fazer contato com entidades do continente.

"A rela&#231;&#227;o entre os pa&#237;ses do Sul do planeta &#233; estrat&#233;gica para a atual gest&#227;o do governo federal. Nesse &#226;mbito, a rela&#231;&#227;o &#193;frica e Am&#233;rica Latina &#233; extremamente importante para a pol&#237;tica externa brasileira", explica Magali Naves. "Somos vistos como um pa&#237;s com experi&#234;ncia na rela&#231;&#227;o entre Estado, sociedade civil e democracia, por isso temos muita coisa a intercambiar nessa &#225;rea".

Entre os representantes do governo federal, devem ir a Nair&#243;bi funcion&#225;rios de diversos minist&#233;rios, entre eles da Sa&#250;de, da Educa&#231;&#227;o, das Cidades e do Desenvolvimento Social.</description>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:57:38 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-03-21</dcterms:modified>
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      <itunes:summary>Bras&#237;lia - Uma reuni&#227;o esta manh&#227; (5) no Pal&#225;cio do Planalto discutiu a participa&#231;&#227;o do governo brasileiro na s&#233;tima edi&#231;&#227;o do F&#243;rum Social Mundial (FSM). Foi o quarto encontro de representantes governamentais para debater como ir&#227;o participar do maior encontro mundial da sociedade civil. O governo brasileiro enviou representantes a todas as edi&#231;&#245;es anuais do FSM desde 2003. Este ano, o encontro ocorrer&#225; em Nair&#243;bi, capital do Qu&#234;nia, no sudeste africano.

A ida do governo ao encontro foi defendida por Magali Naves, assessora internacional da Secretaria Especial de Pol&#237;ticas de Promo&#231;&#227;o da Igualdade Racial (Seppir). Ela tem acompanhado as entidades n&#227;o-governamentais brasileiras, que v&#227;o enviar uma delega&#231;&#227;o de 200 pessoas a Nairobi. Magali Naves tamb&#233;m foi ao Qu&#234;nia, ano passado, convidada como observadora para a reuni&#227;o do Comit&#234; Organizador do 7&#186; FSM. "Nossa participa&#231;&#227;o vem desde o Mali", recorda a assessora, referindo-se &#224; edi&#231;&#227;o do F&#243;rum no ano passado, que ocorreu na Venezuela, Paquist&#227;o e Mali, na costa noroeste africana. Na ocasi&#227;o, a Seppir foi ao FSM na &#193;frica para fazer contato com entidades do continente.

"A rela&#231;&#227;o entre os pa&#237;ses do Sul do planeta &#233; estrat&#233;gica para a atual gest&#227;o do governo federal. Nesse &#226;mbito, a rela&#231;&#227;o &#193;frica e Am&#233;rica Latina &#233; extremamente importante para a pol&#237;tica externa brasileira", explica Magali Naves. "Somos vistos como um pa&#237;s com experi&#234;ncia na rela&#231;&#227;o entre Estado, sociedade civil e democracia, por isso temos muita coisa a intercambiar nessa &#225;rea".

Entre os representantes do governo federal, devem ir a Nair&#243;bi funcion&#225;rios de diversos minist&#233;rios, entre eles da Sa&#250;de, da Educa&#231;&#227;o, das Cidades e do Desenvolvimento Social.</itunes:summary>
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      <title>MERCOSUL-Para Furlan, mudar tarifa comum n&#227;o resolve assimetria</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/images/icons/unknown_filetype.png" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt; RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, afirmou nesta sexta-feira que a redu&#231;&#227;o da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul n&#227;o &#233; vi&#225;vel para a diminui&#231;&#227;o das assimetrias dentro do bloco.

Furlan lembrou que a TEC &#233; um dos principais empecilhos para o ingresso do Chile no bloco comercial.

"Um dos empecilhos que at&#233; hoje criou obst&#225;culos para que o Chile pudesse ser membro pleno do Mercosul &#233; o fato de o Chile ter uma tarifa externa pr&#243;pria muito mais baixa que o Mercosul. E esse obst&#225;culo continua. Os pa&#237;ses do Mercosul n&#227;o querem uma redu&#231;&#227;o dr&#225;stica na sua tarifa externa", disse ele a jornalistas durante a c&#250;pula do bloco, que acontece no Rio de Janeiro.

O ministro acredita, no entanto, que h&#225; espa&#231;o para a flexibiliza&#231;&#227;o de algumas regras de forma a beneficiar as economias menores.

"Existe espa&#231;o. Talvez a escolha de alguns setores... onde os pa&#237;ses maiores pudessem dar alguma vantagem ou benef&#237;cio de conte&#250;do local, mas atrav&#233;s de uma lista positiva, n&#227;o alguma coisa que fosse aberta completamente."

"Acho que a decis&#227;o do presidente Lula de procurar caminhos para dar alento ao desenvolvimento e ao investimento de Paraguai e Uruguai est&#225; correta", acrescentou.

Furlan afirmou que foi criado um grupo de trabalho durante a reuni&#227;o de c&#250;pula para estudar a entrada formal da Bol&#237;via no grupo.

"Entre querer e poder (ter regras diferenciadas) h&#225; uma longa dist&#226;ncia. Est&#225; se formando um grupo de trabalho para analisar todos os detalhes da poss&#237;vel entrada da Bol&#237;via, que &#233; bem-vinda."
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:50:45 GMT</pubDate>
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      <itunes:summary> RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro do Desenvolvimento, Luiz Fernando Furlan, afirmou nesta sexta-feira que a redu&#231;&#227;o da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul n&#227;o &#233; vi&#225;vel para a diminui&#231;&#227;o das assimetrias dentro do bloco.

Furlan lembrou que a TEC &#233; um dos principais empecilhos para o ingresso do Chile no bloco comercial.

"Um dos empecilhos que at&#233; hoje criou obst&#225;culos para que o Chile pudesse ser membro pleno do Mercosul &#233; o fato de o Chile ter uma tarifa externa pr&#243;pria muito mais baixa que o Mercosul. E esse obst&#225;culo continua. Os pa&#237;ses do Mercosul n&#227;o querem uma redu&#231;&#227;o dr&#225;stica na sua tarifa externa", disse ele a jornalistas durante a c&#250;pula do bloco, que acontece no Rio de Janeiro.

O ministro acredita, no entanto, que h&#225; espa&#231;o para a flexibiliza&#231;&#227;o de algumas regras de forma a beneficiar as economias menores.

"Existe espa&#231;o. Talvez a escolha de alguns setores... onde os pa&#237;ses maiores pudessem dar alguma vantagem ou benef&#237;cio de conte&#250;do local, mas atrav&#233;s de uma lista positiva, n&#227;o alguma coisa que fosse aberta completamente."

"Acho que a decis&#227;o do presidente Lula de procurar caminhos para dar alento ao desenvolvimento e ao investimento de Paraguai e Uruguai est&#225; correta", acrescentou.

Furlan afirmou que foi criado um grupo de trabalho durante a reuni&#227;o de c&#250;pula para estudar a entrada formal da Bol&#237;via no grupo.

"Entre querer e poder (ter regras diferenciadas) h&#225; uma longa dist&#226;ncia. Est&#225; se formando um grupo de trabalho para analisar todos os detalhes da poss&#237;vel entrada da Bol&#237;via, que &#233; bem-vinda."
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      <title>For&#231;a Nacional come&#231;a a atuar no Rio com 250 soldados</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660043.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Roberta Pennafort

Estad&#227;o.com RIO - A Secretaria de Seguran&#231;a do Rio de Janeiro informou nesta sexta-feira que apenas metade das tropas da For&#231;a Nacional de Seguran&#231;a no Estado - 250 homens - seguiria para as divisas do Rio. A outra metade continuaria aquartelada aguardando instru&#231;&#245;es, podendo inclusive atuar dentro do munic&#237;pio, "o que n&#227;o havia sido previsto at&#233; ent&#227;o". Essa &#250;ltima informa&#231;&#227;o n&#227;o foi confirmada pelo comandante da For&#231;a, coronel Aur&#233;lio Ferreira Rodrigues.

A sa&#237;da das tropas para as divisas era esperada para a manh&#227; desta sexta-feira, por&#233;m, por quest&#245;es de detalhes log&#237;sticos, foi atrasada. De acordo com a Secretaria, falta definir quest&#245;es que assegurem a acomoda&#231;&#227;o das tropas nos quatro munic&#237;pios do interior que ir&#227;o acolh&#234;-las: Barra Mansa, Bom Jesus do Itabapoana, Miracema e Para&#237;ba do Sul. Acordos com as prefeituras que viabilizem a hospedagem dos militares podem estar atrasando o in&#237;cio da opera&#231;&#227;o apelidada de Divisa Integrada.

Antes, Rodrigues, havia anunciado que 36 carros da For&#231;a deixariam o Centro de Aperfei&#231;oamento e Forma&#231;&#227;o de Pra&#231;as da Pol&#237;cia Militar, onde estavam aquartelados, rumo &#224;s divisas com Minas Gerais, S&#227;o Paulo e Esp&#237;rito Santo at&#233; o meio-dia.

Turnos

A Secretaria lembrou que a Opera&#231;&#227;o Divisa Integrada conta ainda com a participa&#231;&#227;o de 450 policiais militares de batalh&#245;es do interior que se dividir&#227;o em tr&#234;s turnos de oito horas e se espalhar&#227;o por 42 pontos m&#243;veis nas divisas do Estado com Minas Gerais, S&#227;o Paulo e Esp&#237;rito Santo. Esses 42 pontos compreendem uma &#225;rea tamb&#233;m coberta pelo 19 pontos a serem patrulhados pela For&#231;a Nacional.

A inten&#231;&#227;o &#233; vistoriar autom&#243;veis, fazer blitze e checar informa&#231;&#245;es obtidas pelo setor de intelig&#234;ncia da Pol&#237;cia. A secretaria divulgou ainda que o contingente da For&#231;a &#233; de 400, e n&#227;o de 500 militares, e confirmou que metade deles poder&#225; atuar na capital, conforme a necessidade.

Ainda segundo a secretaria, a ajuda federal ao Rio &#233; composta de 700 pessoas, contabilizando a&#237; auditores da Receita Federal que v&#227;o checar documenta&#231;&#227;o aduaneira e da Pol&#237;cia Rodovi&#225;ria Federal que ir&#225; ajudar no patrulhamento. </description>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:40:06 GMT</pubDate>
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Estad&#227;o.com RIO - A Secretaria de Seguran&#231;a do Rio de Janeiro informou nesta sexta-feira que apenas metade das tropas da For&#231;a Nacional de Seguran&#231;a no Estado - 250 homens - seguiria para as divisas do Rio. A outra metade continuaria aquartelada aguardando instru&#231;&#245;es, podendo inclusive atuar dentro do munic&#237;pio, "o que n&#227;o havia sido previsto at&#233; ent&#227;o". Essa &#250;ltima informa&#231;&#227;o n&#227;o foi confirmada pelo comandante da For&#231;a, coronel Aur&#233;lio Ferreira Rodrigues.

A sa&#237;da das tropas para as divisas era esperada para a manh&#227; desta sexta-feira, por&#233;m, por quest&#245;es de detalhes log&#237;sticos, foi atrasada. De acordo com a Secretaria, falta definir quest&#245;es que assegurem a acomoda&#231;&#227;o das tropas nos quatro munic&#237;pios do interior que ir&#227;o acolh&#234;-las: Barra Mansa, Bom Jesus do Itabapoana, Miracema e Para&#237;ba do Sul. Acordos com as prefeituras que viabilizem a hospedagem dos militares podem estar atrasando o in&#237;cio da opera&#231;&#227;o apelidada de Divisa Integrada.

Antes, Rodrigues, havia anunciado que 36 carros da For&#231;a deixariam o Centro de Aperfei&#231;oamento e Forma&#231;&#227;o de Pra&#231;as da Pol&#237;cia Militar, onde estavam aquartelados, rumo &#224;s divisas com Minas Gerais, S&#227;o Paulo e Esp&#237;rito Santo at&#233; o meio-dia.

Turnos

A Secretaria lembrou que a Opera&#231;&#227;o Divisa Integrada conta ainda com a participa&#231;&#227;o de 450 policiais militares de batalh&#245;es do interior que se dividir&#227;o em tr&#234;s turnos de oito horas e se espalhar&#227;o por 42 pontos m&#243;veis nas divisas do Estado com Minas Gerais, S&#227;o Paulo e Esp&#237;rito Santo. Esses 42 pontos compreendem uma &#225;rea tamb&#233;m coberta pelo 19 pontos a serem patrulhados pela For&#231;a Nacional.

A inten&#231;&#227;o &#233; vistoriar autom&#243;veis, fazer blitze e checar informa&#231;&#245;es obtidas pelo setor de intelig&#234;ncia da Pol&#237;cia. A secretaria divulgou ainda que o contingente da For&#231;a &#233; de 400, e n&#227;o de 500 militares, e confirmou que metade deles poder&#225; atuar na capital, conforme a necessidade.

Ainda segundo a secretaria, a ajuda federal ao Rio &#233; composta de 700 pessoas, contabilizando a&#237; auditores da Receita Federal que v&#227;o checar documenta&#231;&#227;o aduaneira e da Pol&#237;cia Rodovi&#225;ria Federal que ir&#225; ajudar no patrulhamento. </itunes:summary>
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      <title>O OE 2007 e o terceiro sector: uma omiss&#227;o inconveniente</title>
      <description>Noticias da Amadora, PORTUGAL - Certamente que h&#225; uma grande curiosidade e at&#233; expectativa em conhecer as medidas que aqueles documentos apontam relativamente ao sector cooperativo e social, tamb&#233;m designado por terceiro sector.
Existem dois motivos que alimentam essa curiosidade e expectativa. Por um lado, a diminuta actua&#231;&#227;o que o Governo tem tido, em rela&#231;&#227;o ao terceiro sector, ao longo do seu mandato 1, em clara contradi&#231;&#227;o com as orienta&#231;&#245;es program&#225;ticas que classificam o terceiro sector como uma &#8220;fileira estrat&#233;gica&#8221; e como &#8220;um dos pilares do desenvolvimento do pa&#237;s&#8221;. Por outro, a afirma&#231;&#227;o governamental que as GOP para 2007 se inserem na &#8220;estrat&#233;gia de desenvolvimento econ&#243;mico e social do pa&#237;s definida no seu Programa&#8221;.
Para al&#233;m do conhecimento das medidas dirigidas ao terceiro sector, preconizadas nas GOP e no OE para 2007, considera-se, tamb&#233;m, importante o levantamento e  a an&#225;lise das opini&#245;es do terceiro sector sobre aqueles documentos, em geral, e sobre as medidas que lhe s&#227;o dirigidas, em particular.
Assim, este texto procura responder a tr&#234;s quest&#245;es:
- Que medidas dirigidas ao terceiro sector est&#227;o consagradas no OE e nas GOP para 2007?
- Qual a posi&#231;&#227;o das organiza&#231;&#245;es do terceiro sector, face &#224;queles documentos?
- Que avalia&#231;&#227;o se pode fazer daqueles documentos, face &#224;s expectativas geradas pelo Programa do Governo e &#224;s obriga&#231;&#245;es constitucionais?
Como metodologia, analisaram-se os documentos relativos &#224;s GOP e ao OE para 2007 e uma interven&#231;&#227;o sobre o assunto, proferida pelo ministro de Estado e das Finan&#231;as e pesquisaram-se as posi&#231;&#245;es p&#250;blicas tomadas pelas organiza&#231;&#245;es representativas do terceiro sector.

2. O terceiro sector no OE 2007: uma refer&#234;ncia quase ausente

A an&#225;lise das GOP para 2007 baseia-se no respectivo documento, publicado como anexo &#224; Lei n.&#186; 52/2006, de 1 de Setembro, bem como na interven&#231;&#227;o do ministro de Estado e das Finan&#231;as na Assembleia da Rep&#250;blica, em 7 de Julho &#250;ltimo, sobre o Relat&#243;rio de orienta&#231;&#227;o da pol&#237;tica or&#231;amental e as principais linhas de ac&#231;&#227;o para 2007 das GOP.
Assim, no documento das GOP, do conjunto plural das organiza&#231;&#245;es que integram o terceiro sector, apenas s&#227;o referenciadas as institui&#231;&#245;es particulares de solidariedade social (IPSS), a prop&#243;sito da realiza&#231;&#227;o de protocolos no &#226;mbito da rede de educa&#231;&#227;o pr&#233;-escolar (p. 6438) e as organiza&#231;&#245;es n&#227;o governamentais, quanto &#224; estrutura&#231;&#227;o duma estrat&#233;gia de interven&#231;&#227;o no combate &#224; pobreza e promo&#231;&#227;o da inclus&#227;o social (p. 6443). Quanto &#224;s demais organiza&#231;&#245;es, nomeadamente as cooperativas e as mutualidades, n&#227;o h&#225; nenhuma refer&#234;ncia, orienta&#231;&#227;o ou medida de pol&#237;tica.
As GOP negligenciam, tamb&#233;m, o importante contributo do terceiro sector para a consecu&#231;&#227;o de quatro das cinco op&#231;&#245;es das GOP 2005-2009: crescimento sustentado, refor&#231;o da coes&#227;o com redu&#231;&#227;o da pobreza, melhoria da qualidade de vida e eleva&#231;&#227;o da qualidade da democracia.
Seguindo a mesma linha de rumo, a interven&#231;&#227;o do senhor ministro de Estado e das Finan&#231;as sobre as GOP, n&#227;o cont&#233;m qualquer alus&#227;o ao terceiro sector. Nem uma palavra, nem um balbucio, nem um mero suspiro. Uma omiss&#227;o completa.
Ao inv&#233;s, ap&#243;s apresentar os eixos priorit&#225;rios da ac&#231;&#227;o para 2007 e algumas das medidas propostas, o senhor ministro das Finan&#231;as dedicou a parte final do seu discurso a salientar as responsabilidades que o sector privado pode e deve assumir na miss&#227;o de relan&#231;amento da economia portuguesa, reiterando a cren&#231;a do Governo na capacidade daquele sector de criar emprego e de contribuir para o crescimento.
A an&#225;lise do OE 2007 tem como suportes documentais, o Relat&#243;rio do OE e a proposta de Lei do OE (Proposta de Lei n.&#186; 478/2006, de 13 de Outubro), aprovada na generalidade e cujo conte&#250;do n&#227;o foi substancialmente alterado na especialidade.
Assim, no Relat&#243;rio do OE, o terceiro sector &#233; referido apenas ao n&#237;vel de algumas das suas componentes org&#226;nicas, e por poucas vezes:
- Na p&#225;gina 57, fala-se de acertos pontuais efectuados no Estatuto Fiscal Cooperativo, com elimina&#231;&#227;o de &#8220;alguns benef&#237;cios, constantes fundamentalmente de diplomas anteriores a 1990, ou entretanto caducados&#8221;;
- Na p&#225;gina 127, refere-se que os encargos com a Ac&#231;&#227;o Social relativos a despesa com os acordos de coopera&#231;&#227;o com IPSS regista, em 2007, relativamente &#224; previs&#227;o de execu&#231;&#227;o para 2006, um agravamento de 66,6 milh&#245;es de euros, mais 6,3%;
- Na p&#225;gina 208, no &#226;mbito do or&#231;amento do Minist&#233;rio do Trabalho e da Solidariedade Social, aponta-se para a continuidade do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES) e do Programa de Apoio ao Investimento em Equipamentos Sociais (PAIES), atrav&#233;s da concess&#227;o de apoios para a cria&#231;&#227;o de novos lugares em respostas sociais nas &#225;reas de inf&#226;ncia e juventude, idosos e pessoas com defici&#234;ncia; o alargamento da Rede de Cuidados Continuados, com o refor&#231;o dos cuidados de longa dura&#231;&#227;o prestados a pessoas em situa&#231;&#227;o de depend&#234;ncia; e a implementa&#231;&#227;o de Contratos de Desenvolvimento Social, para apoio a iniciativas integradas de inser&#231;&#227;o social ao n&#237;vel local. Embora o terceiro sector ou qualquer dos seus subsectores n&#227;o sejam referenciados explicitamente, &#233; conhecida a interven&#231;&#227;o do terceiro sector nestes programas.

Por sua vez e em conson&#226;ncia com o Relat&#243;rio, a Proposta de Lei do OE para 2007, apenas reflecte as altera&#231;&#245;es pontuais no Estatuto Fiscal Cooperativo (art. 79.&#186; a 82.&#186; da Lei do OE, no cap&#237;tulo dos Benef&#237;cios Fiscais), bem como as verbas a serem transferidas para as IPSS.
Mais uma vez, fica de fora uma velha reivindica&#231;&#227;o das mutualidades, de equipara&#231;&#227;o, para efeitos fiscais, das contribui&#231;&#245;es para associa&#231;&#245;es mutualistas que cobrem exclusivamente riscos de sa&#250;de, aos pr&#233;mios de seguros (n.&#186; 2 do art. 86.&#186; do C&#243;digo do IRS), eliminando, assim, uma discrimina&#231;&#227;o negativa de natureza fiscal.

O espa&#231;o ocupado pelo terceiro sector no sistema econ&#243;mico depende, em larga medida, da vis&#227;o e da atitude que o poder pol&#237;tico tem do sector e, consequentemente das pol&#237;ticas que lhe s&#227;o dirigidas. Como salienta Jo&#227;o Cara&#231;a 2, &#8220;somos insepar&#225;veis da nossa vis&#227;o das coisas e dos outros&#8221;. Ora estes documentos reflectem uma vis&#227;o redutora do terceiro sector, que parece cingir-se &#224;s institui&#231;&#245;es de ac&#231;&#227;o social e na qualidade de instrumentos duma pol&#237;tica social, com uma vertente marcadamente assistencialista.
Poder-se-&#225; argumentar que a maioria das medidas apontadas, com vista &#224; melhoria das condi&#231;&#245;es para promover a efici&#234;ncia do investimento e da din&#226;mica empresarial e refor&#231;ar a sua competitividade, tamb&#233;m incluem a generalidade das cooperativas e de outras organiza&#231;&#245;es do terceiro sector.
&#201; l&#243;gico que as medidas de car&#225;cter geral tamb&#233;m incluem o terceiro sector. Contudo, a banaliza&#231;&#227;o do terceiro sector no seio do universo das empresas, como se funcionassem em p&#233; de igualdade, constitui um factor de desprotec&#231;&#227;o e de exposi&#231;&#227;o das naturais fragilidades do terceiro sector face ao sector privado.
N&#227;o &#233; por acaso que a Constitui&#231;&#227;o da Rep&#250;blica consagra a protec&#231;&#227;o do sector cooperativo e social (art.&#186; 80.&#186;) como um dos princ&#237;pios fundamentais da organiza&#231;&#227;o econ&#243;mico-social. O sector precisa de ser protegido, porque tem uma natureza espec&#237;fica, porque &#233; diferente, nos seus fins, meios e princ&#237;pios. Deste modo, nada parece justificar um tratamento indiferenciado, como se fossem simplesmente mais umas empresas.
Ali&#225;s, esta postura de oculta&#231;&#227;o do terceiro sector tem sido recorrente. Refira-se, a t&#237;tulo de exemplo, o Acordo sobre a Reforma da Seguran&#231;a Social, firmado, em 10 de Outubro, entre o Governo e alguns parceiros sociais, em que no ponto 14, denominado &#8220;Desenvolvimento de Regimes Complementares&#8221;, se regista um total esquecimento sobre as modalidades e iniciativas do terceiro sector, em detrimento da refer&#234;ncia concreta aos &#8220;instrumentos de poupan&#231;a organizados pelo sector privado, que importa valorizar e promover&#8221; e &#224; possibilidade da gest&#227;o do fundo associado &#224;s contas individuais do futuro regime p&#250;blico complementar &#8220;ser parcialmente contratualizada com o sector privado&#8221;.

3. O terceiro sector e o OE 2007: um sil&#234;ncio preocupante

Perante um quadro de refer&#234;ncias m&#237;nimas ao terceiro sector, nos documentos das GOP e do OE para 2007, acresce, naturalmente, a curiosidade de conhecer e avaliar a reac&#231;&#227;o e tomadas de posi&#231;&#227;o das organiza&#231;&#245;es representativas do terceiro sector.
Para isso, pesquisaram-se os sites de v&#225;rias organiza&#231;&#245;es representativas (Confecoop, Fenacoop, Uni&#227;o das Miseric&#243;rdias, Uni&#227;o das Mutualidades, Confedera&#231;&#227;o Nacional das Institui&#231;&#245;es de Solidariedade, Confedera&#231;&#227;o Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto), assim como as not&#237;cias publicadas na comunica&#231;&#227;o social.
A curiosidade deu lugar &#224; surpresa, que se transformou em preocupa&#231;&#227;o.
N&#227;o se encontrou nenhuma declara&#231;&#227;o ou tomada de posi&#231;&#227;o, por parte daquelas organiza&#231;&#245;es, relativamente  &#224;s GOP ou ao OE para 2007.
Apenas se encontrou uma refer&#234;ncia ao OE para 2007, no site &#8220;Solidariedade&#8221; da Confedera&#231;&#227;o Nacional das Institui&#231;&#245;es de Solidariedade (CNIS). A&#237; est&#225; publicado, na rubrica &#8220;Not&#237;cias da CNIS&#8221;, um artigo de Palmira Macedo, do Centro de Estudos Sociais da CNIS, sobre o OE 2007, onde se descrevem algumas medidas de pol&#237;tica social do Governo.
Que revela este sil&#234;ncio? Contentamento ou fraqueza?

4. O Estado e o terceiro sector: uma pol&#237;tica necess&#225;ria

Como se disse atr&#225;s, havia uma grande curiosidade e expectativa em conhecer as orienta&#231;&#245;es dirigidas ao terceiro sector, definidas nas GOP e no OE para 2007.
Como &#233; normal, as rela&#231;&#245;es entre o Estado e o terceiro sector devem basear-se num conjunto de medidas que actuem em diferentes direc&#231;&#245;es e que tendam a estimular e a favorecer a actividade permanente das suas organiza&#231;&#245;es enquanto instrumentos de promo&#231;&#227;o social e a dar uma resposta activa e satisfat&#243;ria &#224; fun&#231;&#227;o econ&#243;mica e social que desempenham.
Essas rela&#231;&#245;es t&#234;m o seu fundamento constitucional nos artigos 63.&#186;, 80.&#186;, 85.&#186; da Constitui&#231;&#227;o da Rep&#250;blica, onde se disp&#245;e que um dos princ&#237;pios fundamentais em que assenta a organiza&#231;&#227;o econ&#243;mico-social, &#233; a &#8220;protec&#231;&#227;o do sector cooperativo e social de propriedade dos meios de produ&#231;&#227;o&#8221;, que &#8220;o Estado estimula e apoia a cria&#231;&#227;o e a actividade de cooperativas&#8221; e que &#8220;o Estado apoia e fiscaliza, nos termos da lei, a actividade e o funcionamento das IPSS e de outras de reconhecido interesse p&#250;blico sem car&#225;cter lucrativo, com vista &#224; prossecu&#231;&#227;o de objectivos de solidariedade social&#8221;.
N&#227;o se tratam de princ&#237;pios program&#225;ticos, mas de mandatos aos poderes p&#250;blicos, legislativo e executivo, para que estabele&#231;am medidas que sirvam os interesses colectivos dos cidad&#227;os que desejem desenvolver actividades geradoras de riqueza e de emprego ou de protec&#231;&#227;o social, e o fa&#231;am atrav&#233;s de organiza&#231;&#245;es de tipo associativo ou cooperativo, dando corpo ao chamado empreendedorismo social e colectivo.
Sublinhe-se, ainda, que o Programa do Governo real&#231;a o papel estrat&#233;gico do terceiro sector e a sua natureza complementar e colaboradora relativamente &#224; actividade da administra&#231;&#227;o p&#250;blica e do sector p&#250;blico, apontando para o estabelecimento com as organiza&#231;&#245;es do terceiro sector, de uma &#8220;verdadeira Parceria P&#250;blico-Social que as atraia e as fa&#231;a aliadas, numa estrat&#233;gia de interven&#231;&#227;o qualificada, participada e articulada para o combate c&#237;vico, que se imp&#245;e, por uma regenera&#231;&#227;o social e econ&#243;mica, face &#224;s recentes e desorientadas pol&#237;ticas neo-liberais&#8221; (p.65).
Refira-se, a prop&#243;sito, a Recomenda&#231;&#227;o n.&#186; 193 de 2002, da Organiza&#231;&#227;o Internacional do Trabalho (OIT), sobre a promo&#231;&#227;o das cooperativas, onde se reconhece a import&#226;ncia das cooperativas para a cria&#231;&#227;o de emprego, a mobiliza&#231;&#227;o de recursos e a gera&#231;&#227;o de investimentos, assim como para a promo&#231;&#227;o da participa&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o no desenvolvimento econ&#243;mico e social. Nesse sentido, a OIT considera a promo&#231;&#227;o das cooperativas como um dos pilares do desenvolvimento econ&#243;mico e social nacional e internacional.
Como salienta Chavez e Monz&#243;n 3, &#8220;as propriedades do terceiro sector para melhorar o funcionamento do sistema econ&#243;mico e para reorientar o estilo de vida e o modelo de desenvolvimento numa direc&#231;&#227;o mais coerente com valores como o respeito pelo meio ambiente, a democracia, a justi&#231;a e a liberdade, aconselham os poderes p&#250;blicos a implementar as medidas de pol&#237;tica econ&#243;mica mais adequadas dirigidas a conferir maior espa&#231;o ao terceiro sector institucional no sistema&#8221;.
Existe um leque muito variado de medidas pass&#237;veis de ser aplicadas.
Nesse sentido, apresenta-se um quadro, elaborado por aqueles autores 4, de pol&#237;ticas dirigidas ao terceiro sector, onde se podem distinguir dois grandes grupos: as pol&#237;ticas de oferta, dirigidas &#224; estrutura das organiza&#231;&#245;es, que t&#234;m como objectivo alargar o espa&#231;o sist&#233;mico do sector com pol&#237;ticas institucionais e de melhoria da efici&#234;ncia e efic&#225;cia das organiza&#231;&#245;es com medidas financeiras e de apoio t&#233;cnico; as pol&#237;ticas de procura, dirigidas ao n&#237;vel de actividade das organiza&#231;&#245;es.

Quadro 1 - Pol&#237;ticas p&#250;blicas dirigidas ao terceiro sector

Pol&#237;ticas de oferta: dirigidas &#224; estrutura das organiza&#231;&#245;es
Pol&#237;ticas institucionais - Reconhecimento como actor no sistema econ&#243;mico;- Reconhecimento da liberdade de actua&#231;&#227;o em todos os sectores de actividade;- Elimina&#231;&#227;o ou compensa&#231;&#227;o dos entraves jur&#237;dicos (medidas de tipo fiscal); - Reconhecimento como interlocutor para a elabora&#231;&#227;o das pol&#237;ticas p&#250;blicas;- Reconhecimento como actor na aplica&#231;&#227;o das pol&#237;ticas p&#250;blicas.
Pol&#237;ticas de natureza cognitiva  5 - Apoio ao reconhecimento do sector junto da opini&#227;o p&#250;blica;- Investiga&#231;&#227;o/forma&#231;&#227;o: inser&#231;&#227;o no sistema educativo e nos programas de investiga&#231;&#227;o financiados por fundos p&#250;blicos.
Pol&#237;ticas financeiras - Modos de regula&#231;&#227;o dirigidos a reduzir o custo dos factores produtivos e a melhorar o acesso ao financiamento privado;- Medidas or&#231;amentais de fomento da economia social.
Pol&#237;ticas de apoio t&#233;cnico - Exist&#234;ncia de organismos p&#250;blicos de apoio &#224; economia social com presta&#231;&#227;o de servi&#231;os: informa&#231;&#227;o, forma&#231;&#227;o, cria&#231;&#227;o de redes, investiga&#231;&#227;o, assessoria t&#233;cnica e comercial, etc.

Pol&#237;ticas de procura: dirigidas &#224; actividade das organiza&#231;&#245;es
Medidas que favore&#231;am o sector como fornecedor da Administra&#231;&#227;o P&#250;blica: - Melhor acesso &#224; condi&#231;&#227;o de fornecedor (garantias, cl&#225;usulas preferenciais em caso de empate, pr&#225;ticas de discrimina&#231;&#227;o positiva) ;- Modos de regula&#231;&#227;o e de estabelecimento de parcerias p&#250;blico-sociais, etc.

Deste modo, seria de prever que o Governo actuasse junto do terceiro sector, com um conjunto alargado e coerente de medidas, atrav&#233;s de um ou mais dos seus Minist&#233;rios, dotando-os dos recursos e servi&#231;os necess&#225;rios. Nesse contexto, seria de prever a elabora&#231;&#227;o de um Plano Nacional para a Promo&#231;&#227;o e Desenvolvimento do Sector Cooperativo e Social, com a interven&#231;&#227;o de v&#225;rios Minist&#233;rios e a participa&#231;&#227;o das organiza&#231;&#245;es representativas do sector no processo de concep&#231;&#227;o, aplica&#231;&#227;o e avalia&#231;&#227;o das medidas de pol&#237;tica com impacto no sector e com respeito pela din&#226;mica pr&#243;pria de cada um dos subsectores. E ainda, a cria&#231;&#227;o dum Instituto para apoio e promo&#231;&#227;o do terceiro sector (por eventual reestrutura&#231;&#227;o e alargamento das compet&#234;ncias do actual INSCOOP), que coordenasse a aplica&#231;&#227;o daquele plano de desenvolvimento.
O terceiro sector faz falta &#224; economia e &#224; sociedade. As pol&#237;ticas p&#250;blicas fazem falta ao terceiro sector.

5. Conclus&#227;o

As GOP e o OE para 2007 representam mais uma oportunidade perdida para a elabora&#231;&#227;o e aplica&#231;&#227;o duma pol&#237;tica de desenvolvimento do terceiro sector.
Estes documentos d&#227;o continuidade &#224; pr&#225;tica governamental prosseguida, em clara contradi&#231;&#227;o com os prop&#243;sitos program&#225;ticos e os fundamentos constitucionais de apoio, protec&#231;&#227;o e fomento do terceiro sector.
O terceiro sector continua a ser descurado em termos pol&#237;ticos, demonstrando a domin&#226;ncia duma vis&#227;o redutora do sector, que o acantona &#224;s actividades de ac&#231;&#227;o social, com um n&#237;tido pendor assistencialista.
Esta vis&#227;o e a consequente pr&#225;tica pol&#237;tica desaproveita as importantes fun&#231;&#245;es do terceiro sector: fun&#231;&#227;o de produ&#231;&#227;o de bens e servi&#231;os em actividades que d&#227;o corpo a direitos sociais; fun&#231;&#227;o de redistribui&#231;&#227;o atrav&#233;s de presta&#231;&#245;es em esp&#233;cie direccionadas para crian&#231;as e jovens; fun&#231;&#227;o reguladora que traduz uma complementaridade com os poderes p&#250;blicos na operacionaliza&#231;&#227;o da pol&#237;tica econ&#243;mica e social; fun&#231;&#227;o de pioneirismo e inova&#231;&#227;o social e fun&#231;&#227;o de promo&#231;&#227;o da cidadania e de desenvolvimento da democracia.
Pena &#233; que esta falta de din&#226;mica das pol&#237;ticas p&#250;blicas dirigidas ao terceiro sector, seja acompanhada por uma certa letargia, ao n&#237;vel das organiza&#231;&#245;es representativas do terceiro sector, que importa reflectir com alguma profundidade.
Apesar da actividade e da presen&#231;a concreta em muitos sectores e espa&#231;os geogr&#225;ficos, h&#225; uma clara falta de visibilidade do terceiro sector na comunica&#231;&#227;o social, no debate p&#250;blico, na agenda econ&#243;mica e social e nas pol&#237;ticas p&#250;blicas.
Esta oculta&#231;&#227;o e esta omiss&#227;o s&#227;o factores negativos, geradores e alimentadores de um processo de definhamento e desaparecimento social. Trata-se de uma omiss&#227;o com s&#233;rios inconvenientes econ&#243;micos e sociais que importa denunciar e superar.</description>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:34:09 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-20</dcterms:modified>
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      <itunes:summary>Noticias da Amadora, PORTUGAL - Certamente que h&#225; uma grande curiosidade e at&#233; expectativa em conhecer as medidas que aqueles documentos apontam relativamente ao sector cooperativo e social, tamb&#233;m designado por terceiro sector.
Existem dois motivos que alimentam essa curiosidade e expectativa. Por um lado, a diminuta actua&#231;&#227;o que o Governo tem tido, em rela&#231;&#227;o ao terceiro sector, ao longo do seu mandato 1, em clara contradi&#231;&#227;o com as orienta&#231;&#245;es program&#225;ticas que classificam o terceiro sector como uma &#8220;fileira estrat&#233;gica&#8221; e como &#8220;um dos pilares do desenvolvimento do pa&#237;s&#8221;. Por outro, a afirma&#231;&#227;o governamental que as GOP para 2007 se inserem na &#8220;estrat&#233;gia de desenvolvimento econ&#243;mico e social do pa&#237;s definida no seu Programa&#8221;.
Para al&#233;m do conhecimento das medidas dirigidas ao terceiro sector, preconizadas nas GOP e no OE para 2007, considera-se, tamb&#233;m, importante o levantamento e  a an&#225;lise das opini&#245;es do terceiro sector sobre aqueles documentos, em geral, e sobre as medidas que lhe s&#227;o dirigidas, em particular.
Assim, este texto procura responder a tr&#234;s quest&#245;es:
- Que medidas dirigidas ao terceiro sector est&#227;o consagradas no OE e nas GOP para 2007?
- Qual a posi&#231;&#227;o das organiza&#231;&#245;es do terceiro sector, face &#224;queles documentos?
- Que avalia&#231;&#227;o se pode fazer daqueles documentos, face &#224;s expectativas geradas pelo Programa do Governo e &#224;s obriga&#231;&#245;es constitucionais?
Como metodologia, analisaram-se os documentos relativos &#224;s GOP e ao OE para 2007 e uma interven&#231;&#227;o sobre o assunto, proferida pelo ministro de Estado e das Finan&#231;as e pesquisaram-se as posi&#231;&#245;es p&#250;blicas tomadas pelas organiza&#231;&#245;es representativas do terceiro sector.

2. O terceiro sector no OE 2007: uma refer&#234;ncia quase ausente

A an&#225;lise das GOP para 2007 baseia-se no respectivo documento, publicado como anexo &#224; Lei n.&#186; 52/2006, de 1 de Setembro, bem como na interven&#231;&#227;o do ministro de Estado e das Finan&#231;as na Assembleia da Rep&#250;blica, em 7 de Julho &#250;ltimo, sobre o Relat&#243;rio de orienta&#231;&#227;o da pol&#237;tica or&#231;amental e as principais linhas de ac&#231;&#227;o para 2007 das GOP.
Assim, no documento das GOP, do conjunto plural das organiza&#231;&#245;es que integram o terceiro sector, apenas s&#227;o referenciadas as institui&#231;&#245;es particulares de solidariedade social (IPSS), a prop&#243;sito da realiza&#231;&#227;o de protocolos no &#226;mbito da rede de educa&#231;&#227;o pr&#233;-escolar (p. 6438) e as organiza&#231;&#245;es n&#227;o governamentais, quanto &#224; estrutura&#231;&#227;o duma estrat&#233;gia de interven&#231;&#227;o no combate &#224; pobreza e promo&#231;&#227;o da inclus&#227;o social (p. 6443). Quanto &#224;s demais organiza&#231;&#245;es, nomeadamente as cooperativas e as mutualidades, n&#227;o h&#225; nenhuma refer&#234;ncia, orienta&#231;&#227;o ou medida de pol&#237;tica.
As GOP negligenciam, tamb&#233;m, o importante contributo do terceiro sector para a consecu&#231;&#227;o de quatro das cinco op&#231;&#245;es das GOP 2005-2009: crescimento sustentado, refor&#231;o da coes&#227;o com redu&#231;&#227;o da pobreza, melhoria da qualidade de vida e eleva&#231;&#227;o da qualidade da democracia.
Seguindo a mesma linha de rumo, a interven&#231;&#227;o do senhor ministro de Estado e das Finan&#231;as sobre as GOP, n&#227;o cont&#233;m qualquer alus&#227;o ao terceiro sector. Nem uma palavra, nem um balbucio, nem um mero suspiro. Uma omiss&#227;o completa.
Ao inv&#233;s, ap&#243;s apresentar os eixos priorit&#225;rios da ac&#231;&#227;o para 2007 e algumas das medidas propostas, o senhor ministro das Finan&#231;as dedicou a parte final do seu discurso a salientar as responsabilidades que o sector privado pode e deve assumir na miss&#227;o de relan&#231;amento da economia portuguesa, reiterando a cren&#231;a do Governo na capacidade daquele sector de criar emprego e de contribuir para o crescimento.
A an&#225;lise do OE 2007 tem como suportes documentais, o Relat&#243;rio do OE e a proposta de Lei do OE (Proposta de Lei n.&#186; 478/2006, de 13 de Outubro), aprovada na generalidade e cujo conte&#250;do n&#227;o foi substancialmente alterado na especialidade.
Assim, no Relat&#243;rio do OE, o terceiro sector &#233; referido apenas ao n&#237;vel de algumas das suas componentes org&#226;nicas, e por poucas vezes:
- Na p&#225;gina 57, fala-se de acertos pontuais efectuados no Estatuto Fiscal Co</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Brasil mostra avan&#65533;os nas &#65533;reas econ&#65533;mica e social</title>
      <description>No dia 31 de dezembro, encerrou-se o primeiro Governo Lula. Como de costume, ao t&#65533;rmino de um mandato presidencial, v&#65533;rios balan&#65533;os s&#65533;o feitos, tanto pelo Governo como pela imprensa. Antecipando essas an&#65533;lises, de forma sint&#65533;tica, poderemos dizer que, durante esses quatro anos, houve avan&#65533;os, retrocessos e manuten&#65533;&#65533;o da situa&#65533;&#65533;o anterior em v&#65533;rias &#65533;reas da atividade governamental.







Os principais avan&#65533;os ocorreram nas &#65533;reas econ&#65533;mica e social. No per&#65533;odo, na &#65533;rea econ&#65533;mica, o Pa&#65533;s dobrou suas exporta&#65533;&#65533;es (de US$ 60 bilh&#65533;es para US$ 120 bilh&#65533;es), diminuiu sua depend&#65533;ncia do capital estrangeiro, reduziu em tr&#65533;s quartos a infla&#65533;&#65533;o (de 12% para 3%), aumentou substancialmente as reservas em moeda estrangeira (de US$ 40 bilh&#65533;es para US$ 80 bilh&#65533;es), zerou a d&#65533;vida l&#65533;quida externa do setor p&#65533;blico, quitou as d&#65533;vidas com o FMI, aprovou a nova Lei de Fal&#65533;ncias e o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. Amenizou a desigualdade de renda da popula&#65533;&#65533;o (medida pelo coeficiente de GINI), reduziu a mortalidade infantil, aumentou a expectativa de vida da popula&#65533;&#65533;o, elevou a renda m&#65533;dia real do trabalhador e reduziu o &#65533;ndice de analfabetismo (indicadores contemplados no c&#65533;lculo do &#65533;ndice de desenvolvimento humano &#65533; IDH). Implantou o Fundo de Desenvolvimento do Ensino B&#65533;sico &#65533; FUNDEB, expandiu o Bolsa-Fam&#65533;lia, reduziu ligeiramente o desemprego e aumentou a formaliza&#65533;&#65533;o do emprego. Houve tamb&#65533;m avan&#65533;os nos setores de petr&#65533;leo, minera&#65533;&#65533;o, produ&#65533;&#65533;o de &#65533;lcool combust&#65533;vel e fabrica&#65533;&#65533;o de autom&#65533;veis.







Os maiores retrocessos ocorreram na &#65533;rea pol&#65533;tica/institucional e na administra&#65533;&#65533;o p&#65533;blica. Na &#65533;rea pol&#65533;tica, a rela&#65533;&#65533;o entre o Congresso e o Governo se deteriorou, a composi&#65533;&#65533;o da base de apoio do Governo foi inst&#65533;vel e marcada pelos esc&#65533;ndalos do mensal&#65533;o. O partido do Presidente da Rep&#65533;blica gerou mais estragos do que apoio ao Governo. Os principais ministros foram substitu&#65533;dos. No que tange &#65533;s institui&#65533;&#65533;es, houve tentativa de controle da imprensa por parte do Governo, as ag&#65533;ncias de regula&#65533;&#65533;o se desfiguraram, a rela&#65533;&#65533;o entre os entes federativos foi tumultuada e o relacionamento com a OAB, a ABI, a CNBB, sindicatos e outros &#65533;rg&#65533;os representativos da sociedade civil tamb&#65533;m sofreram desgastes. Na &#65533;rbita da administra&#65533;&#65533;o p&#65533;blica, cresceu o aparelhamento partid&#65533;rio nos cargos em comiss&#65533;o, o planejamento plurianual foi menosprezado, os gastos p&#65533;blicos correntes cresceram aceleradamente e a pol&#65533;tica externa foi marcada por op&#65533;&#65533;es de cunho ideol&#65533;gico.







Na &#65533;rea econ&#65533;mica, devido &#65533; valoriza&#65533;&#65533;o do real frente ao d&#65533;lar, setores como os de cal&#65533;ados, brinquedos e t&#65533;xteis foram prejudicados. O setor agroexportador tamb&#65533;m sentiu os efeitos da valoriza&#65533;&#65533;o do real.







A d&#65533;vida l&#65533;quida do setor p&#65533;blico manteve-se na casa dos 50%, os juros nominais demoraram muito a cair e os juros reais continuam em torno dos 10% ao ano. O crescimento do PIB foi p&#65533;fio (inferior a 3% ao ano), a carga tribut&#65533;ria continuou excessivamente elevada (cerca de 40% do PIB) e injusta, prejudicando, sobretudo a classe m&#65533;dia. Os investimentos p&#65533;blicos est&#65533;o parados, a infra-estrutura continua deteriorada (encarecendo o custo-pa&#65533;s), as parcerias p&#65533;blico-privadas &#65533; PPPs &#65533; ainda n&#65533;o sa&#65533;ram do papel, as reformas pol&#65533;tica e trabalhista n&#65533;o aconteceram, a seguran&#65533;a p&#65533;blica continua ca&#65533;tica e o crime organizado mant&#65533;m-se, alimentado pelo contrabando, pelo tr&#65533;fico de drogas e de armas, devido &#65533; falta de policiamento nas fronteiras.



Muitos outros pontos poderiam ser analisados, coisa que a imprensa certamente far&#65533; com bastante precis&#65533;o. A &#65533;ltima elei&#65533;&#65533;o mostrou que o povo brasileiro, a seu modo, soube avaliar o Governo, de forma bem mais qualificada do que sup&#65533;em as elites. Com o instituto da reelei&#65533;&#65533;o e a possibilidade de um mandato de oito anos, a elei&#65533;&#65533;o presidencial, ap&#65533;s o primeiro mandato, tornou-se uma esp&#65533;cie de plebiscito. Ao levar a elei&#65533;&#65533;o para o segundo turno, o eleitor deu o recado: Lula deve ser reeleito, por&#65533;m, com ressalvas. No segundo mandato, o Governo precisa melhorar. Cabe ao Presidente entender o recado das urnas.

Alcides Leite, especialista em Pol&#65533;ticas P&#65533;blicas e Gest&#65533;o Governamental.</description>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:30:53 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-20</dcterms:modified>
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      <dc:creator>LIBERTAD Agencia de Noticias Podcast</dc:creator>
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Os principais avan&#65533;os ocorreram nas &#65533;reas econ&#65533;mica e social. No per&#65533;odo, na &#65533;rea econ&#65533;mica, o Pa&#65533;s dobrou suas exporta&#65533;&#65533;es (de US$ 60 bilh&#65533;es para US$ 120 bilh&#65533;es), diminuiu sua depend&#65533;ncia do capital estrangeiro, reduziu em tr&#65533;s quartos a infla&#65533;&#65533;o (de 12% para 3%), aumentou substancialmente as reservas em moeda estrangeira (de US$ 40 bilh&#65533;es para US$ 80 bilh&#65533;es), zerou a d&#65533;vida l&#65533;quida externa do setor p&#65533;blico, quitou as d&#65533;vidas com o FMI, aprovou a nova Lei de Fal&#65533;ncias e o Estatuto da Micro e Pequena Empresa. Amenizou a desigualdade de renda da popula&#65533;&#65533;o (medida pelo coeficiente de GINI), reduziu a mortalidade infantil, aumentou a expectativa de vida da popula&#65533;&#65533;o, elevou a renda m&#65533;dia real do trabalhador e reduziu o &#65533;ndice de analfabetismo (indicadores contemplados no c&#65533;lculo do &#65533;ndice de desenvolvimento humano &#65533; IDH). Implantou o Fundo de Desenvolvimento do Ensino B&#65533;sico &#65533; FUNDEB, expandiu o Bolsa-Fam&#65533;lia, reduziu ligeiramente o desemprego e aumentou a formaliza&#65533;&#65533;o do emprego. Houve tamb&#65533;m avan&#65533;os nos setores de petr&#65533;leo, minera&#65533;&#65533;o, produ&#65533;&#65533;o de &#65533;lcool combust&#65533;vel e fabrica&#65533;&#65533;o de autom&#65533;veis.







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Na &#65533;rea econ&#65533;mica, devido &#65533; valoriza&#65533;&#65533;o do real frente ao d&#65533;lar, setores como os de cal&#65533;ados, brinquedos e t&#65533;xteis foram prejudicados. O setor agroexportador tamb&#65533;m sentiu os efeitos da valoriza&#65533;&#65533;o do real.







A d&#65533;vida l&#65533;quida do setor p&#65533;blico manteve-se na casa dos 50%, os juros nominais demoraram muito a cair e os juros reais continuam em torno dos 10% ao ano. O crescimento do PIB foi p&#65533;fio (inferior a 3% ao ano), a carga tribut&#65533;ria continuou excessivamente elevada (cerca de 40% do PIB) e injusta, prejudicando, sobretudo a classe m&#65533;dia. Os investimentos p&#65533;blicos est&#65533;o parados, a infra-estrutura continua deteriorada (encarecendo o custo-pa&#65533;s), as parcerias p&#65533;blico-privadas &#65533; PPPs &#65533; ainda n&#65533;o sa&#65533;ram do papel, as reformas pol&#65533;tica e trabalhista n&#65533;o aconteceram, a seguran&#65533;a p&#65533;blica continua ca&#65533;tica e o crime organizado mant&#65533;m-se, alimentado pelo contrabando, pelo tr&#65533;fico de drogas e de armas, devido &#65533; falta de policiamento nas fronteiras.



Muitos outros pontos poderiam ser analisados, coisa que a imprensa certamente far&#65533; com bastante precis&#65533;o. A &#65533;ltima elei&#65533;&#65533;o mostrou que o povo brasileiro, a seu modo, soube avaliar o Governo, de forma bem mais qualificada do que sup&#65533;em as elites. Com o instituto da reelei&#65533;&#65533;o e a possibilidade de um mandato de oito anos, a elei&#65533;&#65533;o presidencial, ap&#65533;s o primeiro mandato, tornou-se uma esp&#65533;cie de plebiscito. Ao levar a elei&#65533;&#65533;o para o segundo turno, o eleitor deu o recado: Lula deve ser reeleito, por&#65533;m, com ressalvas. No segu</itunes:summary>
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      <title>Outra vez as absurdas custas judiciais </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/images/icons/unknown_filetype.png" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Diogo Lacerda Machado
Barrocas Sarmento Neves, sociedade de advogados PORTUGAL - J&#225; escrevi nesta coluna que uma aposta pol&#237;tica no reequil&#237;brio entre a oferta e a procura no sistema judicial, com a desej&#225;vel, necess&#225;ria e poss&#237;vel diminui&#231;&#227;o do n&#250;mero de processos nos tribunais judiciais e o fomento de novos sistemas de justi&#231;a, alternativos e complementares, p&#250;blicos, semip&#250;blicos e privados, imp&#245;e a novidade da introdu&#231;&#227;o de uma verdadeira pol&#237;tica econ&#243;mica na justi&#231;a.

Pol&#237;tica econ&#243;mica que poderia come&#231;ar pelo exerc&#237;cio de determina&#231;&#227;o do que &#233; o valor global da economia da justi&#231;a, de quanto hoje h&#225; nela de despesa e investimento, directo e indirecto, e, dentro destes, o que &#233; despesa e investimento p&#250;blico (muito ou quase tudo) e o que &#233; despesa e investimento privado (muito pouco ou quase nada), apurando ainda o que destes resulta. Nesse mesmo exerc&#237;cio de recolha e tratamento de informa&#231;&#227;o pol&#237;tica e de gest&#227;o deveria depois avan&#231;ar-se na determina&#231;&#227;o objectiva de quanto custa &#224; colectividade cada uma das actuais ac&#231;&#245;es judiciais entregues aos tribunais do Estado, de qual &#233; a medida (muit&#237;ssimo menor) da contribui&#231;&#227;o que agora &#233; pedida &#224;s partes no respectivo custo e de como se repartem, e por quem se repartem, os benef&#237;cios individuais e colectivos delas resultantes. A partir da&#237;, ent&#227;o sim, ganha mais esclarecimento e sentido fazer algumas escolhas pol&#237;ticas. Escolhas em que no processo pr&#233;vio de confronto de caminhos ideol&#243;gicos e modelos sociais tamb&#233;m se ponderem os quadros econ&#243;micos subjacentes. Escolhas que tenham presente que o moderno princ&#237;pio do utilizador-pagador tem na justi&#231;a &#233; uma tradi&#231;&#227;o de s&#233;culo e meio e que, por isso, a quest&#227;o essencial a resolver n&#227;o ser&#225; j&#225; a de saber se h&#225; ou n&#227;o pagamento, mas a de saber a medida adequada deste, a sua justifica&#231;&#227;o e a sua exigibilidade. Escolhas, ainda, que, com ou sem pactos, envolvam necessariamente e comprometam o Parlamento e o Governo e que, entre outras clarificadoras consequ&#234;ncias, abram finalmente o caminho para enfrentar o t&#227;o arcaico qu&#227;o incr&#237;vel absurdo econ&#243;mico e tribut&#225;rio da tabela das custas, assente no inexplic&#225;vel crit&#233;rio do valor econ&#243;mico (real ou ficcionado) dos interesses envolvidos no processo, que n&#227;o &#233; contrapartida l&#243;gica de coisa nenhuma. Far-se-ia assim a mudan&#231;a relevante que sete grandiloquentes "reformas" do C&#243;digo das Custas nem tocaram e que a oitava, agora anunciada, tamb&#233;m parece querer evitar.

Chegados a&#237;, j&#225; compreendendo melhor que a justi&#231;a n&#227;o pode mais estar fora da economia, ainda que esteja antes, acima, ao lado, abaixo ou depois dela, at&#233; olharemos de outro modo as insinua&#231;&#245;es conotativas da nomenclatura pr&#243;pria da justi&#231;a, que d&#225; a custos, taxas, impostos e pre&#231;os a gra&#231;a especial de nomes como custas, emolumentos ou honor&#225;rios, assim projectando deles a ilus&#227;o de serem coisas radicalmente diferentes.</description>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2007 18:27:38 GMT</pubDate>
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      <itunes:summary>Diogo Lacerda Machado
Barrocas Sarmento Neves, sociedade de advogados PORTUGAL - J&#225; escrevi nesta coluna que uma aposta pol&#237;tica no reequil&#237;brio entre a oferta e a procura no sistema judicial, com a desej&#225;vel, necess&#225;ria e poss&#237;vel diminui&#231;&#227;o do n&#250;mero de processos nos tribunais judiciais e o fomento de novos sistemas de justi&#231;a, alternativos e complementares, p&#250;blicos, semip&#250;blicos e privados, imp&#245;e a novidade da introdu&#231;&#227;o de uma verdadeira pol&#237;tica econ&#243;mica na justi&#231;a.

Pol&#237;tica econ&#243;mica que poderia come&#231;ar pelo exerc&#237;cio de determina&#231;&#227;o do que &#233; o valor global da economia da justi&#231;a, de quanto hoje h&#225; nela de despesa e investimento, directo e indirecto, e, dentro destes, o que &#233; despesa e investimento p&#250;blico (muito ou quase tudo) e o que &#233; despesa e investimento privado (muito pouco ou quase nada), apurando ainda o que destes resulta. Nesse mesmo exerc&#237;cio de recolha e tratamento de informa&#231;&#227;o pol&#237;tica e de gest&#227;o deveria depois avan&#231;ar-se na determina&#231;&#227;o objectiva de quanto custa &#224; colectividade cada uma das actuais ac&#231;&#245;es judiciais entregues aos tribunais do Estado, de qual &#233; a medida (muit&#237;ssimo menor) da contribui&#231;&#227;o que agora &#233; pedida &#224;s partes no respectivo custo e de como se repartem, e por quem se repartem, os benef&#237;cios individuais e colectivos delas resultantes. A partir da&#237;, ent&#227;o sim, ganha mais esclarecimento e sentido fazer algumas escolhas pol&#237;ticas. Escolhas em que no processo pr&#233;vio de confronto de caminhos ideol&#243;gicos e modelos sociais tamb&#233;m se ponderem os quadros econ&#243;micos subjacentes. Escolhas que tenham presente que o moderno princ&#237;pio do utilizador-pagador tem na justi&#231;a &#233; uma tradi&#231;&#227;o de s&#233;culo e meio e que, por isso, a quest&#227;o essencial a resolver n&#227;o ser&#225; j&#225; a de saber se h&#225; ou n&#227;o pagamento, mas a de saber a medida adequada deste, a sua justifica&#231;&#227;o e a sua exigibilidade. Escolhas, ainda, que, com ou sem pactos, envolvam necessariamente e comprometam o Parlamento e o Governo e que, entre outras clarificadoras consequ&#234;ncias, abram finalmente o caminho para enfrentar o t&#227;o arcaico qu&#227;o incr&#237;vel absurdo econ&#243;mico e tribut&#225;rio da tabela das custas, assente no inexplic&#225;vel crit&#233;rio do valor econ&#243;mico (real ou ficcionado) dos interesses envolvidos no processo, que n&#227;o &#233; contrapartida l&#243;gica de coisa nenhuma. Far-se-ia assim a mudan&#231;a relevante que sete grandiloquentes "reformas" do C&#243;digo das Custas nem tocaram e que a oitava, agora anunciada, tamb&#233;m parece querer evitar.

Chegados a&#237;, j&#225; compreendendo melhor que a justi&#231;a n&#227;o pode mais estar fora da economia, ainda que esteja antes, acima, ao lado, abaixo ou depois dela, at&#233; olharemos de outro modo as insinua&#231;&#245;es conotativas da nomenclatura pr&#243;pria da justi&#231;a, que d&#225; a custos, taxas, impostos e pre&#231;os a gra&#231;a especial de nomes como custas, emolumentos ou honor&#225;rios, assim projectando deles a ilus&#227;o de serem coisas radicalmente diferentes.</itunes:summary>
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      <title>Mantega repete desejo de PIB maior mas evita fixar meta</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/images/icons/unknown_filetype.png" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt; Por Mair Pena Neto

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou nesta quinta-feira o desejo de que o pa&#237;s cres&#231;a 5 por cento, mas evitou fixar uma meta para o PIB.

"Meta de crescimento n&#227;o pode ser fixada matematicamente. Voc&#234; coloca objetivos de acelerar o crescimento", afirmou Mantega pouco antes da reuni&#227;o de chanceleres e ministros da economia do Mercosul.

Segundo o ministro, o pa&#237;s apresenta condi&#231;&#245;es favor&#225;veis para expans&#227;o maior da economia do que a que vem tendo nos &#250;ltimos anos. "Com as medidas do PAC (Programa de Acelera&#231;&#227;o do Crescimento), acreditamos que esse crescimento maior vir&#225;", disse.

Ao se referir ao programa, o ministro declarou que, com medidas de desonera&#231;&#227;o, o governo espera um aumento dos investimentos.

Mantega afirmou que, no ano passado, o volume de investimentos aumentou mais de 6 por cento frente a 2005.

"Que de 6 passe para 8 e para 10 por cento de aumento anual, de modo que, ao longo de quatro a cinco anos, possamos alcan&#231;ar o volume de investimento de 25 por cento do PIB, que &#233; o necess&#225;rio para o crescimento acima de 5 por cento."

No terceiro trimestre do ano passado, &#250;ltimo dado dispon&#237;vel, a taxa de investimento estava em 20,8 por cento do PIB, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE).</description>
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      <itunes:summary> Por Mair Pena Neto

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reafirmou nesta quinta-feira o desejo de que o pa&#237;s cres&#231;a 5 por cento, mas evitou fixar uma meta para o PIB.

"Meta de crescimento n&#227;o pode ser fixada matematicamente. Voc&#234; coloca objetivos de acelerar o crescimento", afirmou Mantega pouco antes da reuni&#227;o de chanceleres e ministros da economia do Mercosul.

Segundo o ministro, o pa&#237;s apresenta condi&#231;&#245;es favor&#225;veis para expans&#227;o maior da economia do que a que vem tendo nos &#250;ltimos anos. "Com as medidas do PAC (Programa de Acelera&#231;&#227;o do Crescimento), acreditamos que esse crescimento maior vir&#225;", disse.

Ao se referir ao programa, o ministro declarou que, com medidas de desonera&#231;&#227;o, o governo espera um aumento dos investimentos.

Mantega afirmou que, no ano passado, o volume de investimentos aumentou mais de 6 por cento frente a 2005.

"Que de 6 passe para 8 e para 10 por cento de aumento anual, de modo que, ao longo de quatro a cinco anos, possamos alcan&#231;ar o volume de investimento de 25 por cento do PIB, que &#233; o necess&#225;rio para o crescimento acima de 5 por cento."

No terceiro trimestre do ano passado, &#250;ltimo dado dispon&#237;vel, a taxa de investimento estava em 20,8 por cento do PIB, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;stica (IBGE).</itunes:summary>
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      <title>Duplica&#231;&#227;o entre Cascavel e Toledo entra na fase fina</title>
      <description>Agencia Estadual do Paran&#225; - As obras de duplica&#231;&#227;o do trecho rodovi&#225;rio da BR-467 entre Cascavel e Toledo, no Oeste do Paran&#225;, devem ser conclu&#237;das at&#233; fim deste m&#234;s. A previs&#227;o &#233; dos t&#233;cnicos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Dos 35 quil&#244;metros que formam o segmento, 26 quil&#244;metros j&#225; s&#227;o utilizados pelos motoristas e outros nove est&#227;o com os servi&#231;os na fase final. &#8220;Depois de superar alguns problemas localizados neste &#250;ltimo trecho, as obras avan&#231;am com a qualidade que o DER exige&#8221;, afirma o secret&#225;rio dos Transportes, Rog&#233;rio Tizzot.

Enquanto as obras no trecho rodovi&#225;rio entram nas &#250;ltimas semanas, a duplica&#231;&#227;o da BR-467 no per&#237;metro urbano de Cascavel segue em ritmo acelerado, com previs&#227;o de conclus&#227;o para setembro deste ano. Segundo c&#225;lculos do DER, cerca de 50% das obras nos 10 quil&#244;metros est&#227;o prontas.

O secret&#225;rio lembra que os investimentos feitos pelo governo do Estado na duplica&#231;&#227;o da BR-467 garantem tamb&#233;m a constru&#231;&#227;o de oito viadutos - seis em Cascavel e dois em Toledo - nos principais cruzamentos da BR-467 com as vias urbanas dos dois munic&#237;pios. &#8220;Com esses dispositivos, estaremos aumentando consideravelmente as condi&#231;&#245;es de seguran&#231;a dos moradores que vivem perto da rodovia&#8221;, refor&#231;a Tizzot.

Dos oito viadutos, dois j&#225; est&#227;o sendo utilizados em Cascavel nos cruzamentos com a Jorge Lacerda e com a Piquiri. Outros tr&#234;s - tamb&#233;m em Cascavel - est&#227;o em fase final. Ficam nos entroncamentos com a Bar&#227;o do Rio Branco, com a Jacarezinho e com a Theobaldo Bresolin.

Ainda falta come&#231;ar as obras no viaduto da Rocha Pombo, previstas para mar&#231;o, e nos cruzamentos com a Eg&#237;dio Munaretto e Parigot de Souza em Toledo, onde as m&#225;quinas devem iniciar os servi&#231;os finais do primeiro semestre.

Al&#233;m de eliminar os conflitos entre os tr&#226;nsitos urbano e rodovi&#225;rio, as obras devem acabar com o isolamento dos bairros da regi&#227;o Norte de Cascavel.

&#8220;Os viadutos v&#227;o facilitar o deslocamento das pessoas e criar a conex&#227;o da regi&#227;o, onde habitam mais de 50 mil pessoas, com o restante da cidade&#8221;, prev&#234; o secret&#225;rio. &#8220;A duplica&#231;&#227;o da via dentro de Cascavel cria um eixo local de desenvolvimento e elimina o isolamento da regi&#227;o Norte do munic&#237;pio&#8221;, acrescenta Tizzot.

O Governo do Estado investe cerca de R$ 70 milh&#245;es nas obras de duplica&#231;&#227;o dos 45 quil&#244;metros de um dos principais eixos rodovi&#225;rios do Paran&#225;. Para isso, as interven&#231;&#245;es foram divididas em duas etapas.

Na primeira fase, foram iniciadas as obras nos 35 quil&#244;metros que formam o trecho rodovi&#225;rio, desde a sa&#237;da de Toledo, passando pelo distrito de Sede Alvorada at&#233; o cruzamento com a avenida Jorge Lacerda, em Cascavel. Na seq&#252;&#234;ncia, a duplica&#231;&#227;o dos 10 quil&#244;metros que cortam o munic&#237;pio de Cascavel.</description>
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      <pubDate>Wed, 10 Jan 2007 12:29:12 GMT</pubDate>
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Enquanto as obras no trecho rodovi&#225;rio entram nas &#250;ltimas semanas, a duplica&#231;&#227;o da BR-467 no per&#237;metro urbano de Cascavel segue em ritmo acelerado, com previs&#227;o de conclus&#227;o para setembro deste ano. Segundo c&#225;lculos do DER, cerca de 50% das obras nos 10 quil&#244;metros est&#227;o prontas.

O secret&#225;rio lembra que os investimentos feitos pelo governo do Estado na duplica&#231;&#227;o da BR-467 garantem tamb&#233;m a constru&#231;&#227;o de oito viadutos - seis em Cascavel e dois em Toledo - nos principais cruzamentos da BR-467 com as vias urbanas dos dois munic&#237;pios. &#8220;Com esses dispositivos, estaremos aumentando consideravelmente as condi&#231;&#245;es de seguran&#231;a dos moradores que vivem perto da rodovia&#8221;, refor&#231;a Tizzot.

Dos oito viadutos, dois j&#225; est&#227;o sendo utilizados em Cascavel nos cruzamentos com a Jorge Lacerda e com a Piquiri. Outros tr&#234;s - tamb&#233;m em Cascavel - est&#227;o em fase final. Ficam nos entroncamentos com a Bar&#227;o do Rio Branco, com a Jacarezinho e com a Theobaldo Bresolin.

Ainda falta come&#231;ar as obras no viaduto da Rocha Pombo, previstas para mar&#231;o, e nos cruzamentos com a Eg&#237;dio Munaretto e Parigot de Souza em Toledo, onde as m&#225;quinas devem iniciar os servi&#231;os finais do primeiro semestre.

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O Governo do Estado investe cerca de R$ 70 milh&#245;es nas obras de duplica&#231;&#227;o dos 45 quil&#244;metros de um dos principais eixos rodovi&#225;rios do Paran&#225;. Para isso, as interven&#231;&#245;es foram divididas em duas etapas.

Na primeira fase, foram iniciadas as obras nos 35 quil&#244;metros que formam o trecho rodovi&#225;rio, desde a sa&#237;da de Toledo, passando pelo distrito de Sede Alvorada at&#233; o cruzamento com a avenida Jorge Lacerda, em Cascavel. Na seq&#252;&#234;ncia, a duplica&#231;&#227;o dos 10 quil&#244;metros que cortam o munic&#237;pio de Cascavel.</itunes:summary>
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      <title>Coluna de Jonex Almeida</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660046.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Curta a nova coluna a on line de Jonex Almeida 
http://jonexalmeida.bogspot.com</description>
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      <pubDate>Wed, 29 Nov 2006 13:26:47 GMT</pubDate>
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      <title>Coluna de Jonex Almeida</title>
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      <title>O Patinho Feio</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660047.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Federa&#231;&#227;o das Ind&#250;strias do Rio de Janeiro (Firjan) alerta para o perigo de novo apag&#227;o no Brasil em 2008 . A falta de chuvas e um aumento significativo da produ&#231;&#227;o econ&#244;mica do pa&#237;s s&#227;o apontados como os fatores de risco para o setor energ&#233;tico. Fonte : Radio Senado - Marcela Diniz. 
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      <pubDate>Tue, 07 Nov 2006 21:41:55 GMT</pubDate>
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      <title>EDITORIAL BRASIL : Elei&#231;&#245;es &amp;amp; Rep&#250;blica</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660048.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;</description>
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      <pubDate>Thu, 19 Oct 2006 20:21:39 GMT</pubDate>
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      <title>Os desafios do novo presidente da Rep&#250;blica e dos 27 governadores que forem eleitos</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660050.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;</description>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2006 00:47:52 GMT</pubDate>
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      <title>CPMI dos Sanguessugas vai investigar dossi&#234; contra pol&#237;ticos do PSDB ap&#243;s elei&#231;&#245;es</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660051.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), um dos sub-relatores da comiss&#227;o, os documentos foram encaminhados &#224; comiss&#227;o e est&#227;o lacrados e guardados em um cofre. George Cardim - Radio Senado.</description>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2006 00:37:45 GMT</pubDate>
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      <title>&#205;ndice de desemprego caiu na regi&#227;o metropolitana de S&#227;o Paulo em julho com a cria&#231;&#227;o de mais de 70 mil empregos</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660052.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Para o senador Eduardo Suplicy, (PT-SP) a queda se deve a acertos do governo como a diminui&#231;&#227;o das taxas de juros. Mas ele defendeu que as taxas caiam ainda mais. Tonc&#225; Burity - Radio Senado.</description>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2006 00:05:49 GMT</pubDate>
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      <title>TSE divulga que a maioria dos candidatos a cargos eletivos federais tem curso superior completo</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660053.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Para o senador Paulo Oct&#225;vio (PFL-DF) esse cen&#225;rio &#233; positivo, pois aponta para um maior preparo dos ocupantes de fun&#231;&#245;es p&#250;blicas no Brasil. Celso Cavalcanti - Radio Senado.</description>
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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2006 23:44:08 GMT</pubDate>
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      <title>Vendedores ambulantes s&#227;o feridos por agentes de policia em El Salvador</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660054.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Jonex de Jesus Almeida da Silva * (Tradu&#231;&#227;o) &#8211;

Hoje de manh&#227; a&#231;&#245;es dos comerciantes s&#227;o esperadas mais, afirmou Hern&#225;ndez dito de julho de Pedro. O clima no centro da capital est&#225; tenso. Nas manifesta&#231;&#245;es que se se seguiram resultou em seis agentes e cento e dose vendedores feridos, os fatos produzidos aconteceu logo ap&#243;s que a prefeitura da capital tentou tira os manifestantes do local.

O diretor do Corpo de Agentes Metropolitanos (CAM), David R&#225;pido, informou que passou toda a manh&#227; tentada retira v&#225;rios manifestantes que se se concentravam em vias da capital, onde se encontra o principal motivo de todos os problemas na capital de El Salvador. Os vendedores se op&#245;em a constru&#231;&#227;o de edif&#237;cio que ser&#225; erguido na parte da prefeitura, tendo como objetivo de abriga os vendedores ambulantes, que atuam nas vias publicas da capital. E com isto acaba com a desordem na capital salvadorenha. 

De acordo com o diretor do CAM, &#8220;supostos manifestantes atiraram pedras e paus em dire&#231;&#227;o aos agentes policiais, culminando com meias d&#250;zias de policias feridos&#8221;.O l&#237;der dos manifestantes o Sr. Hern&#225;ndez de Julho de Pedro, garantiu  que em nenhum momento a prefeitura esteve aberta  a encontra uma solu&#231;&#227;o para o impasse em quest&#227;o. Dentre os manifestantes que foram detidos pelas autoridades foi encontrado tr&#234;s menores, que logo ap&#243;s ser&#227;o remetidos para departamento de desordem p&#250;blica.Indicou que o &#8220;para fora-em-o-opera&#231;&#227;o de evic&#231;&#227;o&#8221;. Vendedores de rua e periferia do mercado central continuar&#227;o.
Libertad Agencia de Noticias Podcast -
Fonte: El Di&#225;rio de Hoy.

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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2006 19:55:08 GMT</pubDate>
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Hoje de manh&#227; a&#231;&#245;es dos comerciantes s&#227;o esperadas mais, afirmou Hern&#225;ndez dito de julho de Pedro. O clima no centro da capital est&#225; tenso. Nas manifesta&#231;&#245;es que se se seguiram resultou em seis agentes e cento e dose vendedores feridos, os fatos produzidos aconteceu logo ap&#243;s que a prefeitura da capital tentou tira os manifestantes do local.

O diretor do Corpo de Agentes Metropolitanos (CAM), David R&#225;pido, informou que passou toda a manh&#227; tentada retira v&#225;rios manifestantes que se se concentravam em vias da capital, onde se encontra o principal motivo de todos os problemas na capital de El Salvador. Os vendedores se op&#245;em a constru&#231;&#227;o de edif&#237;cio que ser&#225; erguido na parte da prefeitura, tendo como objetivo de abriga os vendedores ambulantes, que atuam nas vias publicas da capital. E com isto acaba com a desordem na capital salvadorenha. 

De acordo com o diretor do CAM, &#8220;supostos manifestantes atiraram pedras e paus em dire&#231;&#227;o aos agentes policiais, culminando com meias d&#250;zias de policias feridos&#8221;.O l&#237;der dos manifestantes o Sr. Hern&#225;ndez de Julho de Pedro, garantiu  que em nenhum momento a prefeitura esteve aberta  a encontra uma solu&#231;&#227;o para o impasse em quest&#227;o. Dentre os manifestantes que foram detidos pelas autoridades foi encontrado tr&#234;s menores, que logo ap&#243;s ser&#227;o remetidos para departamento de desordem p&#250;blica.Indicou que o &#8220;para fora-em-o-opera&#231;&#227;o de evic&#231;&#227;o&#8221;. Vendedores de rua e periferia do mercado central continuar&#227;o.
Libertad Agencia de Noticias Podcast -
Fonte: El Di&#225;rio de Hoy.

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      <title>V&#244;os dom&#233;sticos poderam ser feitos por empresas estrangeiras</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660055.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Empresas estrangeiras poder&#227;o operar v&#244;os dom&#233;sticos no Brasil 
A novidade est&#225; num projeto do senador Valdir Raupp (PMDB-RO). Para o senador, a iniciativa vai beneficiar os consumidores e diminuir os pre&#231;os das passagens. George Cardim - Radio Senado.
</description>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 19:49:03 GMT</pubDate>
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A novidade est&#225; num projeto do senador Valdir Raupp (PMDB-RO). Para o senador, a iniciativa vai beneficiar os consumidores e diminuir os pre&#231;os das passagens. George Cardim - Radio Senado.
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      <title>Aprovado projeto de lei que cria a semana do defici&#234;nte no Brasil</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660056.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;O evento est&#225; previsto para ocorrer de 20 a 26 de novembro, e ter&#225; como objetivo promover na sociedade civil uma reflex&#227;o sobre a inser&#231;&#227;o do deficiente no mercado de trabalho e sua valoriza&#231;&#227;o. Bruno Costa - Radio Senado.
 
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      <title>Segurados s&#243; receber&#227;o pagamento depois de atualizarem dados cadastrais </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660057.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;O Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia publica nesta sexta-feira (15) o sexto edital de suspens&#227;o de benef&#237;cios em raz&#227;o do Censo Previdenci&#225;rio. Desta vez s&#227;o 154,5 mil benef&#237;cios de segurados convocados para fazer o Censo Previdenci&#225;rio em abril e maio de 2006. Estes segurados deixaram de fazer o Censo no prazo e foram comunicados da obrigatoriedade de atualizar os dados cadastrais por carta e editais. 

Esses segurados s&#243; receber&#227;o o pagamento de setembro, depositado nos cinco primeiros dias &#250;teis de outubro, depois que fizerem o Censo em uma ag&#234;ncia do banco pagador do benef&#237;cio. O edital com os nomes ser&#225; publicado em um jornal de grande circula&#231;&#227;o em cada estado e estar&#225; dispon&#237;vel na p&#225;gina do Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia Social na Internet (www.previdencia.gov.br). 

O pagamento ser&#225; apenas bloqueado, sem qualquer preju&#237;zo para os benefici&#225;rios que deixaram de fazer o Censo por falta de informa&#231;&#227;o. Para o benef&#237;cio ser reativado, basta atualizar os dados cadastrais, na pr&#243;pria ag&#234;ncia banc&#225;ria em que o benefici&#225;rio for sacar o pagamento. Nos bancos maiores, que respondem por 95% dos pagamentos, a quantia &#233; liberada imediatamente. Nos outros bancos, o valor ser&#225; desbloqueado no prazo m&#225;ximo de 13 dias. 

Este prazo &#233; necess&#225;rio para os bancos que n&#227;o t&#234;m condi&#231;&#245;es de acessar os dados de pagamento on-line. Por contrato, os bancos t&#234;m at&#233; 10 dias para repassar os dados ao INSS, que leva at&#233; tr&#234;s dias para comunicar aos bancos o desbloqueio. A Previd&#234;ncia pediu aos bancos para que d&#234;em prioridade ao envio de informa&#231;&#245;es de quem se recenseou fora do prazo, reduzindo o tempo para a libera&#231;&#227;o do pagamento. Em nenhum momento os segurados devem ir &#224;s ag&#234;ncias da Previd&#234;ncia Social para fazer o Censo ou desbloquear o benef&#237;cio. Todas as etapas do Censo s&#227;o feitas nas ag&#234;ncias banc&#225;rias. 

O Censo Previdenci&#225;rio come&#231;ou em outubro de 2005. Para a primeira etapa, foram selecionados 2,4 milh&#245;es de benef&#237;cios, considerados pelo INSS como mais vulner&#225;veis a eventuais fraudes, por conterem informa&#231;&#245;es incompletas. Para a segunda etapa foram chamados 14,7 milh&#245;es de benefici&#225;rios. 

Os documentos obrigat&#243;rios para fazer o Censo s&#227;o o Cadastro de Pessoa F&#237;sica (CPF) e um documento de identifica&#231;&#227;o, que pode ser a pr&#243;pria Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho e Previd&#234;ncia Social (CTPS), Passaporte, Carteira Nacional de Habilita&#231;&#227;o (CNH) ou registro de conselho profissional. O INSS recomenda, tamb&#233;m, que o benefici&#225;rio apresente um comprovante de resid&#234;ncia e o N&#250;mero de Inscri&#231;&#227;o do Trabalhador (NIT). (Pedro Rocha) 

Confira os n&#250;meros do edital por estado: 
/
Estado
 Benef&#237;cios suspensos 
 /
Alagoas 
 2361
/
Amazonas 
 1485 
 /
Bahia 
 10801 
 /
Cear&#225; 
 5657 
 /
Mato Grosso do Sul 
 1195 
 /
Esp&#237;rito Santo 
 4334 
 /
Goi&#225;s 
 3785 
 /
Maranh&#227;o 
 3278 
 /
Mato Grosso 
 1208 
 /
Minas Gerais 
 16154 
 /
Par&#225; 
 5197 
 /
Para&#237;ba 
 2813 
 /
Paran&#225; 
 8529 
 /
Pernambuco 
 10322 
 /
Piau&#237; 
 3019 
 /
Rio de Janeiro 
 16804 
 /
Rio Grande do Norte 
 2590 
 /
Rio Grande do Sul 
 11041 
 /
Santa Catarina 
 4228 
 /
S&#227;o Paulo 
 32503 
 /
Sergipe 
 1186 
 /
Distrito Federal 
 2420 
 /
Acre 
 786 
 /
Amap&#225; 
 327 
 /
Rond&#244;nia 
 1056 
 /
Roraima 
 230 
 /
Tocantins 
 1194 
 /
Total 
 154503.

Radio BR2 &amp; Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia.
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Esses segurados s&#243; receber&#227;o o pagamento de setembro, depositado nos cinco primeiros dias &#250;teis de outubro, depois que fizerem o Censo em uma ag&#234;ncia do banco pagador do benef&#237;cio. O edital com os nomes ser&#225; publicado em um jornal de grande circula&#231;&#227;o em cada estado e estar&#225; dispon&#237;vel na p&#225;gina do Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia Social na Internet (www.previdencia.gov.br). 

O pagamento ser&#225; apenas bloqueado, sem qualquer preju&#237;zo para os benefici&#225;rios que deixaram de fazer o Censo por falta de informa&#231;&#227;o. Para o benef&#237;cio ser reativado, basta atualizar os dados cadastrais, na pr&#243;pria ag&#234;ncia banc&#225;ria em que o benefici&#225;rio for sacar o pagamento. Nos bancos maiores, que respondem por 95% dos pagamentos, a quantia &#233; liberada imediatamente. Nos outros bancos, o valor ser&#225; desbloqueado no prazo m&#225;ximo de 13 dias. 

Este prazo &#233; necess&#225;rio para os bancos que n&#227;o t&#234;m condi&#231;&#245;es de acessar os dados de pagamento on-line. Por contrato, os bancos t&#234;m at&#233; 10 dias para repassar os dados ao INSS, que leva at&#233; tr&#234;s dias para comunicar aos bancos o desbloqueio. A Previd&#234;ncia pediu aos bancos para que d&#234;em prioridade ao envio de informa&#231;&#245;es de quem se recenseou fora do prazo, reduzindo o tempo para a libera&#231;&#227;o do pagamento. Em nenhum momento os segurados devem ir &#224;s ag&#234;ncias da Previd&#234;ncia Social para fazer o Censo ou desbloquear o benef&#237;cio. Todas as etapas do Censo s&#227;o feitas nas ag&#234;ncias banc&#225;rias. 

O Censo Previdenci&#225;rio come&#231;ou em outubro de 2005. Para a primeira etapa, foram selecionados 2,4 milh&#245;es de benef&#237;cios, considerados pelo INSS como mais vulner&#225;veis a eventuais fraudes, por conterem informa&#231;&#245;es incompletas. Para a segunda etapa foram chamados 14,7 milh&#245;es de benefici&#225;rios. 

Os documentos obrigat&#243;rios para fazer o Censo s&#227;o o Cadastro de Pessoa F&#237;sica (CPF) e um documento de identifica&#231;&#227;o, que pode ser a pr&#243;pria Carteira de Identidade, Carteira de Trabalho e Previd&#234;ncia Social (CTPS), Passaporte, Carteira Nacional de Habilita&#231;&#227;o (CNH) ou registro de conselho profissional. O INSS recomenda, tamb&#233;m, que o benefici&#225;rio apresente um comprovante de resid&#234;ncia e o N&#250;mero de Inscri&#231;&#227;o do Trabalhador (NIT). (Pedro Rocha) 

Confira os n&#250;meros do edital por estado: 
/
Estado
 Benef&#237;cios suspensos 
 /
Alagoas 
 2361
/
Amazonas 
 1485 
 /
Bahia 
 10801 
 /
Cear&#225; 
 5657 
 /
Mato Grosso do Sul 
 1195 
 /
Esp&#237;rito Santo 
 4334 
 /
Goi&#225;s 
 3785 
 /
Maranh&#227;o 
 3278 
 /
Mato Grosso 
 1208 
 /
Minas Gerais 
 16154 
 /
Par&#225; 
 5197 
 /
Para&#237;ba 
 2813 
 /
Paran&#225; 
 8529 
 /
Pernambuco 
 10322 
 /
Piau&#237; 
 3019 
 /
Rio de Janeiro 
 16804 
 /
Rio Grande do Norte 
 2590 
 /
Rio Grande do Sul 
 11041 
 /
Santa Catarina 
 4228 
 /
S&#227;o Paulo 
 32503 
 /
Sergipe 
 1186 
 /
Distrito Federal 
 2420 
 /
Acre 
 786 
 /
Amap&#225; 
 327 
 /
Rond&#244;nia 
 1056 
 /
Roraima 
 230 
 /
Tocantins 
 1194 
 /
Total 
 154503.

Radio BR2 &amp; Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia.
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      <title>Minist&#233;rio divulga edital de suspens&#227;o de benef&#237;cios </title>
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Sonora: Nelson Machado
In&#237;cio: " Suspens&#227;o significa que....
Fim:...e fazer o Censo". 

O edital com os nomes ser&#225; publicado em um jornal de grande circula&#231;&#227;o em cada estado e estar&#225; dispon&#237;vel na p&#225;gina do Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia Social na Internet, no site www.previdencia.gov.br. O Censo &#233; uma determina&#231;&#227;o legal e deve ser realizado periodicamente pelo governo federal. Para atualizar os dados cadastrais &#233; simples. Os documentos obrigat&#243;rios s&#227;o o CPF e um documento de identifica&#231;&#227;o com foto.

De Bras&#237;lia
Thalya Mortoza
mpa060915a - Radio BR2

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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 19:29:53 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>LIBERTAD Agencia de Noticias Podcast</dc:creator>
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      <itunes:summary>O Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia Social publica nesta sexta-feira o sexto edital de suspens&#227;o de benef&#237;cios em virtude do Censo Previdenci&#225;rio. Desta vez s&#227;o mais de 154 mil benef&#237;cios de segurados convocados para atualizar os dados cadastrais em abril e maio deste ano. Eles deixaram de fazer o Censo no prazo e foram comunicados da obrigatoriedade por carta e editais. Esses segurados s&#243; ir&#227;o receber o pagamento de setembro, depositado nos cinco primeiros dias &#250;teis de outubro, depois que fizerem o Censo em uma ag&#234;ncia do banco pagador do benef&#237;cio, como explica o ministro da Previd&#234;ncia Social, Nelson Machado: 

Sonora: Nelson Machado
In&#237;cio: " Suspens&#227;o significa que....
Fim:...e fazer o Censo". 

O edital com os nomes ser&#225; publicado em um jornal de grande circula&#231;&#227;o em cada estado e estar&#225; dispon&#237;vel na p&#225;gina do Minist&#233;rio da Previd&#234;ncia Social na Internet, no site www.previdencia.gov.br. O Censo &#233; uma determina&#231;&#227;o legal e deve ser realizado periodicamente pelo governo federal. Para atualizar os dados cadastrais &#233; simples. Os documentos obrigat&#243;rios s&#227;o o CPF e um documento de identifica&#231;&#227;o com foto.

De Bras&#237;lia
Thalya Mortoza
mpa060915a - Radio BR2

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    <item>
      <title>O g&#225;s &#233; nosso?</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660059.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A recente decis&#227;o do governo boliviano de rebaixar as duas refinarias da Petrobras a prestadoras de servi&#231;o no pa&#237;s provocou indigna&#231;&#227;o dos presidentes das Comiss&#245;es de Minas e Energia e Rela&#231;&#245;es Exteriores da C&#226;mara. Eles defendem uma rea&#231;&#227;o mais dura do governo brasileiro &#224; medida.

Nesta semana, o governo da Bol&#237;via editou uma resolu&#231;&#227;o passando o controle do fluxo de caixa das refinarias da Petrobras &#224; petrol&#237;fera estatal boliviana. Com a resolu&#231;&#227;o, a estatal boliviana pagaria &#224; Petrobras os custos que julgasse adequados, transformando a empresa brasileira em uma prestadora de servi&#231;os nos seus pr&#243;prios empreendimentos.

Para o presidente da Comiss&#227;o de Minas e Energia da C&#226;mara, deputado Carlos Alberto Ler&#233;ia, do PSDB de Goi&#225;s, a recente decis&#227;o do governo boliviano &#233; uma conseq&#252;&#234;ncia da rea&#231;&#227;o moderada do governo brasileiro &#224; nacionaliza&#231;&#227;o das reservas de g&#225;s natural, anunciada pela Bol&#237;via em maio deste ano. Ler&#233;ia avalia que a posi&#231;&#227;o do Brasil na &#233;poca foi equivocada.

"Eu espero que a rea&#231;&#227;o do governo brasileiro agora n&#227;o seja mais de complac&#234;ncia. Tem que ter uma rea&#231;&#227;o dura, pra valer, do pr&#243;prio presidente da Rep&#250;blica. A sociedade est&#225; esperando isso dele. At&#233; agora, n&#227;o houve um menifesto por parte dele apenas de alguns auxiliares. N&#243;s esperamos que com dureza, ele, como representante do povo brasileiro, a principal autoridade do pa&#237;s, como presidente da Rep&#250;blica que &#233;, ele deve esquecer o processo eleitoral que ocorre no dia primeiro de outubro e ir pra valer em cima do presidente da Bol&#237;via para que ele fa&#231;a cumprir o que foi escrito em papel, que foi acordado durante muitos anos, porque o acordo n&#227;o foi feito de um presidente com o outro, foi feito de uma na&#231;&#227;o com a outra, de um pa&#237;s com o outro"

Para o presidente da Comiss&#227;o de Rela&#231;&#245;es Exteriores, deputado Alceu Collares, do PDT do Rio Grande do Sul, o Brasil deve agora recorrer aos &#243;rg&#227;os internacionais de arbitragem para tentar reverter a situa&#231;&#227;o.

"&#201; lament&#225;vel que desde o in&#237;cio o presidente da Rep&#250;blica n&#227;o tenha tido uma vis&#227;o exata desta agress&#227;o que a na&#231;&#227;o brasileira, atrav&#233;s da Petrobras, sofreu e n&#227;o tenha reagido &#224; altura da agress&#227;o. Isso possibilitou que Evo Morales imagine-se com poder de agredir a na&#231;&#227;o brasileira como est&#225; fazendo agora e a frouxid&#227;o do governo Lula, por despreparo, est&#225; prejudicando a imagem do Brasil no exterior. Ainda que tardiamente, a tentativa &#233; buscar os &#243;rg&#227;os de julgamento internacionais"

O presidente da Petrobras, Jos&#233; S&#233;rgio Gabrielli, j&#225; anunciou na &#250;ltima quinta-feira que a empresa pode recorrer ao Centro Internacional para Arbitragem de Disputa sobre Investimento, &#243;rg&#227;o do Banco Mundial, caso o governo boliviano siga adiante com a iniciativa.

De Bras&#237;lia, Ge&#243;rgia Moraes - Radio C&#226;mara.</description>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 18:23:24 GMT</pubDate>
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Nesta semana, o governo da Bol&#237;via editou uma resolu&#231;&#227;o passando o controle do fluxo de caixa das refinarias da Petrobras &#224; petrol&#237;fera estatal boliviana. Com a resolu&#231;&#227;o, a estatal boliviana pagaria &#224; Petrobras os custos que julgasse adequados, transformando a empresa brasileira em uma prestadora de servi&#231;os nos seus pr&#243;prios empreendimentos.

Para o presidente da Comiss&#227;o de Minas e Energia da C&#226;mara, deputado Carlos Alberto Ler&#233;ia, do PSDB de Goi&#225;s, a recente decis&#227;o do governo boliviano &#233; uma conseq&#252;&#234;ncia da rea&#231;&#227;o moderada do governo brasileiro &#224; nacionaliza&#231;&#227;o das reservas de g&#225;s natural, anunciada pela Bol&#237;via em maio deste ano. Ler&#233;ia avalia que a posi&#231;&#227;o do Brasil na &#233;poca foi equivocada.

"Eu espero que a rea&#231;&#227;o do governo brasileiro agora n&#227;o seja mais de complac&#234;ncia. Tem que ter uma rea&#231;&#227;o dura, pra valer, do pr&#243;prio presidente da Rep&#250;blica. A sociedade est&#225; esperando isso dele. At&#233; agora, n&#227;o houve um menifesto por parte dele apenas de alguns auxiliares. N&#243;s esperamos que com dureza, ele, como representante do povo brasileiro, a principal autoridade do pa&#237;s, como presidente da Rep&#250;blica que &#233;, ele deve esquecer o processo eleitoral que ocorre no dia primeiro de outubro e ir pra valer em cima do presidente da Bol&#237;via para que ele fa&#231;a cumprir o que foi escrito em papel, que foi acordado durante muitos anos, porque o acordo n&#227;o foi feito de um presidente com o outro, foi feito de uma na&#231;&#227;o com a outra, de um pa&#237;s com o outro"

Para o presidente da Comiss&#227;o de Rela&#231;&#245;es Exteriores, deputado Alceu Collares, do PDT do Rio Grande do Sul, o Brasil deve agora recorrer aos &#243;rg&#227;os internacionais de arbitragem para tentar reverter a situa&#231;&#227;o.

"&#201; lament&#225;vel que desde o in&#237;cio o presidente da Rep&#250;blica n&#227;o tenha tido uma vis&#227;o exata desta agress&#227;o que a na&#231;&#227;o brasileira, atrav&#233;s da Petrobras, sofreu e n&#227;o tenha reagido &#224; altura da agress&#227;o. Isso possibilitou que Evo Morales imagine-se com poder de agredir a na&#231;&#227;o brasileira como est&#225; fazendo agora e a frouxid&#227;o do governo Lula, por despreparo, est&#225; prejudicando a imagem do Brasil no exterior. Ainda que tardiamente, a tentativa &#233; buscar os &#243;rg&#227;os de julgamento internacionais"

O presidente da Petrobras, Jos&#233; S&#233;rgio Gabrielli, j&#225; anunciou na &#250;ltima quinta-feira que a empresa pode recorrer ao Centro Internacional para Arbitragem de Disputa sobre Investimento, &#243;rg&#227;o do Banco Mundial, caso o governo boliviano siga adiante com a iniciativa.

De Bras&#237;lia, Ge&#243;rgia Moraes - Radio C&#226;mara.</itunes:summary>
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    <item>
      <title>Redu&#231;&#227;o de cargos de natureza especial vai representar economia anual de R$ 47 milh&#245;es para a C&#226;mara </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660060.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A decis&#227;o de extinguir mais de mil cargos de confian&#231;a na estrutura da C&#226;mara dos Deputados n&#227;o representa apenas economia de gastos. Na opini&#227;o do diretor-geral da Casa, S&#233;rgio Sampaio, a institui&#231;&#227;o d&#225; um passo importante rumo &#224; maior transpar&#234;ncia, al&#233;m de permitir o uso dos cargos de natureza especial, chamados de CNEs, para a contrata&#231;&#227;o de t&#233;cnicos mais qualificados para assessorar as lideran&#231;as partid&#225;rias, comiss&#245;es e Mesa Diretora da C&#226;mara.

O Ato da Mesa aprovado na &#250;ltima ter&#231;a-feira pro&#237;be a divis&#227;o de um cargo com sal&#225;rio maior em outros, com remunera&#231;&#227;o mais baixa. Antes, era poss&#237;vel, por exemplo, pegar um CNE de 8 mil reais e dividir em quatro, com sal&#225;rios de 2 mil reais. Algumas lideran&#231;as partid&#225;rias v&#227;o perder v&#225;rios cargos por conta dessa proibi&#231;&#227;o, mas, na avalia&#231;&#227;o de S&#233;rgio Sampaio, n&#227;o deve haver comprometimento na qualifica&#231;&#227;o dos assessores t&#233;cnicos.
Radio C&#226;mara.</description>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 18:06:12 GMT</pubDate>
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O Ato da Mesa aprovado na &#250;ltima ter&#231;a-feira pro&#237;be a divis&#227;o de um cargo com sal&#225;rio maior em outros, com remunera&#231;&#227;o mais baixa. Antes, era poss&#237;vel, por exemplo, pegar um CNE de 8 mil reais e dividir em quatro, com sal&#225;rios de 2 mil reais. Algumas lideran&#231;as partid&#225;rias v&#227;o perder v&#225;rios cargos por conta dessa proibi&#231;&#227;o, mas, na avalia&#231;&#227;o de S&#233;rgio Sampaio, n&#227;o deve haver comprometimento na qualifica&#231;&#227;o dos assessores t&#233;cnicos.
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      <title>O voto de cabresto ainda &#233; predominante no Brasil? </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660061.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A empregada dom&#233;stica Maria de Jesus, de 51 anos, aprendeu a escrever o nome s&#243; para votar no candidato do dono da fazenda. Radiobras.
</description>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 16:56:58 GMT</pubDate>
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    <item>
      <title>Zuzu Angel </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660062.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Cidadania fala sobre o filme que conta &#224; vida da estilista Zuzu Angel. Tem como convidados o diretor S&#233;rgio Rezende, a atriz Patr&#237;cia Pillar e a filha da personagem principal, Hildegard Angel. Em depoimentos emocionados, eles comentam a luta da estilista em denunciar internacionalmente a ditadura no Brasil, depois ter seu filho torturado e desaparecido. 

Em certos momentos as imagens exibidas nos remetem a um tempo que tudo estava perdido e at&#233; mesmo inocente. O leitor pode at&#233; n&#227;o concorda comigo, mais eu n&#227;o conseguir distinguir se estava vendo um Forrest Gump ou uma outra coisa. &#8220;Sonhos!&#8221;
TV SENADO &amp; Libertad Agencia de Noticias Podcast.
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 16:26:16 GMT</pubDate>
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Em certos momentos as imagens exibidas nos remetem a um tempo que tudo estava perdido e at&#233; mesmo inocente. O leitor pode at&#233; n&#227;o concorda comigo, mais eu n&#227;o conseguir distinguir se estava vendo um Forrest Gump ou uma outra coisa. &#8220;Sonhos!&#8221;
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      <title>Credibilidade pol&#237;tica no Brasil</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660063.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Os entrevistado Antonio Queiroz, diretor do DIAP, e o professor da UnB, Leonardo Barreto falam sobre os conflitos encontrados na pol&#237;tica brasileira. Eles v&#227;o explicar de forma concisa a imagens dos pol&#237;ticos em rela&#231;&#227;o &#224; popula&#231;&#227;o.  TV SENADO</description>
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    <item>
      <title>Agendamento eletr&#244;nico do INSS reduz filas nas ag&#234;ncias de Alagoas </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660064.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;A implanta&#231;&#227;o do agendamento eletr&#244;nico na Previd&#234;ncia Social j&#225; representa, em Alagoas, uma redu&#231;&#227;o consider&#225;vel das filas nas Ag&#234;ncias da Previd&#234;ncia Social. Na unidade de Arapiraca, campe&#227; em agendamentos, apresentava, no &#250;ltimo dia cinco de setembro, 25 pessoas esperando atendimento &#224;s sete horas da manh&#227;, momento em que a unidade foi aberta. Antes da Central 135, implantada em junho deste ano, a m&#233;dia era de 750 pessoas. Resultados semelhantes ocorrem em outras ag&#234;ncias do Estado.
As ag&#234;ncias em Ary Pitombo e Monte M&#225;quinas, localizadas no Centro de Macei&#243;, reduziram a quantidade de pessoas nas filas em quase 50 por cento. Em Penedo, apenas oito pessoas esperavam atendimento no momento em que a ag&#234;ncia foi aberta na &#250;ltima semana.
Com o agendamento, o segurado &#233; atendido em, no m&#225;ximo, cinco dias &#250;teis para os pedidos de aux&#237;lio-doen&#231;a, pens&#227;o por morte, aux&#237;lio-reclus&#227;o e sal&#225;rio-maternidade.

De Bras&#237;lia
Thalya Mortoza
mpa060914d
Radio BR2
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2006 14:05:43 GMT</pubDate>
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As ag&#234;ncias em Ary Pitombo e Monte M&#225;quinas, localizadas no Centro de Macei&#243;, reduziram a quantidade de pessoas nas filas em quase 50 por cento. Em Penedo, apenas oito pessoas esperavam atendimento no momento em que a ag&#234;ncia foi aberta na &#250;ltima semana.
Com o agendamento, o segurado &#233; atendido em, no m&#225;ximo, cinco dias &#250;teis para os pedidos de aux&#237;lio-doen&#231;a, pens&#227;o por morte, aux&#237;lio-reclus&#227;o e sal&#225;rio-maternidade.

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      <title>Noticias da Am&#233;rica Latina</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660065.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Noci&#225;rio da Am&#233;rica Latina. Telesur</description>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 17:24:21 GMT</pubDate>
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      <title>News Am&#233;rica Latina</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660066.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Noticias da Am&#233;rica Latina. Rede Telesur</description>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 17:18:25 GMT</pubDate>
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      <title>Entidades rejeitam a nova proposta contra a corrup&#231;&#227;o </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660067.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;O Movimento de Combate &#224; Corrup&#231;&#227;o Eleitoral lan&#231;ou uma cartilha para conscientizar os eleitores sobre a compra de votos. O movimento &#233; formado por cerca de 30 entidades da sociedade civil. Entre elas, CNBB, OAB e Associa&#231;&#227;o de ju&#237;zes e promotores. Tamb&#233;m foi divulgada uma nota p&#250;blica contra um projeto de Lei que limita em cinco dias o prazo para apresenta&#231;&#227;o das den&#250;ncias de corrup&#231;&#227;o eleitoral. TV C&#226;mara.</description>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 17:10:14 GMT</pubDate>
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      <title>Viol&#234;ncia na TV brasileira</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660068.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Justi&#231;a multa emissora de televis&#227;o que descumpriu determina&#231;&#227;o do Minist&#233;rio da Justi&#231;a de adequar a grade da programa&#231;&#227;o &#224; classifica&#231;&#227;o indicativa dos programas. A emissora estava exibindo programas com cenas de viol&#234;ncia e sexo fora do hor&#225;rio adequado. A decis&#227;o refor&#231;a a campanha contra a baixaria na TV, promovida pela Comiss&#227;o de Direitos Humanos da C&#226;mara. TV C&#226;mara.</description>
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      <title>Agricultura Urbana no Brasil</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660069.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Anaur Ruano, Secret&#225;rio Nacional de Seguran&#231;a Alimentar do Minist&#233;rio de Desenvolvimento Social, fala sobre a agricultura urbana. TV SENADO.</description>
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      <title>Boletim C&#226;mara dos Deputados </title>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2006 15:11:23 GMT</pubDate>
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      <title>C&#226;mara dos Deputados</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660071.gif" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;News da C&#226;mara dos Deputados do Brasil</description>
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      <title>Nova York chora </title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660072.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Jonex de Jesus Almeida da Silva (Libertad Agencia de Noticias)  -

Nesta semana o povo americano lembrara os que se foram a 5 anos acometidos pelo atentado terrorista desencadeado pelos integrantes do Thaliban seguidores de Hosama Bin Laden. Conhecido pela CIA, mais desconhecidos pela maioria da popula&#231;&#227;o americana. 

Em mem&#243;rias pelos antiquerido o povo fizera quatro minutos de sil&#234;ncio, seguido logo ap&#243;s por homenagens explicita por parte todos que se faziam presentes no local. No centro da cidade Nova York fora uma cerim&#244;nia solene, que inicio as 08:40 a.m. (hora de Nova York) e seis minutos depois, as 08:46 horas se recordou o momento em que o impacto do avi&#227;o sobre a Torre Norte.

Mais tarde, as 09:03 a.m., 09:59 e 10:29 a.m., os minutos de sil&#234;ncio homenagearam os instantes do choque do segundo avi&#227;o e a queda de ambos as torres, respectivamente. No aeroporto de Boston, desde o inicio da semana, de onde partiram os avi&#245;es que se chocaram com as torres g&#234;meas, tamb&#233;m fizeram minutos de sil&#234;ncio.

Seguindo-se a cerim&#244;nia, as fam&#237;lias dos falecidos leram um a um os nomes dos 2.749 pessoas que perderam as suas vidas no pior atentado terrorista ocorrida em toda a historia n&#227;o s&#243; americana e sim em todo o mundo. A esse ritimo, entre lagrimas e recorda&#231;&#245;es, o ato oficial concluiu as 12:30 do meio dia com a interpreta&#231;&#227;o de outras melodias. 



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      <pubDate>Tue, 12 Sep 2006 18:53:51 GMT</pubDate>
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Nesta semana o povo americano lembrara os que se foram a 5 anos acometidos pelo atentado terrorista desencadeado pelos integrantes do Thaliban seguidores de Hosama Bin Laden. Conhecido pela CIA, mais desconhecidos pela maioria da popula&#231;&#227;o americana. 

Em mem&#243;rias pelos antiquerido o povo fizera quatro minutos de sil&#234;ncio, seguido logo ap&#243;s por homenagens explicita por parte todos que se faziam presentes no local. No centro da cidade Nova York fora uma cerim&#244;nia solene, que inicio as 08:40 a.m. (hora de Nova York) e seis minutos depois, as 08:46 horas se recordou o momento em que o impacto do avi&#227;o sobre a Torre Norte.

Mais tarde, as 09:03 a.m., 09:59 e 10:29 a.m., os minutos de sil&#234;ncio homenagearam os instantes do choque do segundo avi&#227;o e a queda de ambos as torres, respectivamente. No aeroporto de Boston, desde o inicio da semana, de onde partiram os avi&#245;es que se chocaram com as torres g&#234;meas, tamb&#233;m fizeram minutos de sil&#234;ncio.

Seguindo-se a cerim&#244;nia, as fam&#237;lias dos falecidos leram um a um os nomes dos 2.749 pessoas que perderam as suas vidas no pior atentado terrorista ocorrida em toda a historia n&#227;o s&#243; americana e sim em todo o mundo. A esse ritimo, entre lagrimas e recorda&#231;&#245;es, o ato oficial concluiu as 12:30 do meio dia com a interpreta&#231;&#227;o de outras melodias. 



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      <title>Felipe Calder&#243;n &#233; novo presidente do M&#233;xico</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660073.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Jonex de Jesus Almeida da Silva - Libertad Agencia de Noticias
*Tradu&#231;&#227;o - Os setes magistrados do Tribunal Eleitoral do M&#233;xico decidiram por unanimidade declara a Felipe Calder&#243;n Hinojosa, do Partido A&#231;&#227;o Nacional (PAN), como o novo presidente eleito, e pondo fim assim a 2 meses de incerteza  pol&#237;tica no M&#233;xico. 

Depois da sess&#227;o, que durara quatro horas, juizes avaliaram diretamente os motivos pelo qual Calder&#243;n ganhara as elei&#231;&#245;es presidenciais em julio passado,  por uma margem de 0,56 por cento sobre o seu principal rival, o candidato de centro esquerda Andr&#233;s Manuel Lopes Obrador, do Partido da Revolu&#231;&#227;o Democr&#225;tica (PRD), segundo a BBC de Londres.


O tribunal &#233; a autoridade m&#225;xima eleitoral no M&#233;xico e a sua decis&#227;o &#233; inapel&#225;vel.O anuncio que muitos mexicanos esperavam com &#226;nsia, alguns j&#225; conscientes de que n&#227;o haveria surpresas, foi feito pelo presidente do tribunal, o Sr. Leonel Castilho. &#8220;Declaro que o cidad&#227;o Felipe de Jes&#250;s Calder&#243;n Hinojosa presidente eleito dos Estados Unidos Mexicanos para o per&#237;odo de 1 de dezembro do ano de 2006 &#224; 30 de novembro do ano de 2012, em conseq&#252;&#234;ncia disto lhe entrego as considera&#231;&#245;es de validade correspondentes&#8221;, foi a declara&#231;&#227;o de lida pelo magistrado Castilho.


Cada um dos juizes avalia e argumenta v&#225;rios aspectos que tianham a ver com a qualidade da elei&#231;&#227;o em si mesma: havendo eq&#252;idist&#226;ncia na contenda, si cumpriu os princ&#237;pios da certeza, legalidade, independ&#234;ncia, imparcialidade e objetividade, desta forma o voto foi livre. 


MENSAGEM DE FOX

Nas sess&#245;es, os magistrados criticaram o presidente mexicano, Vicente Fox, por suas freq&#252;entes declara&#231;&#245;es na campanha que, segundo disseram, &#8220;puseram em risco a validade das elei&#231;&#245;es&#8221;.Uns dos primeiros a reagir ao anuncio do Tribunal Eleitoral foi precisamente Fox. &#8220;Desde agora eu envio as minhas felicita&#231;&#245;es ao presidente eleitor Calder&#243;n Hinojosa, desejando-lhe o melhor para a sua gest&#227;o e frente de um grande esfor&#231;o coletivo de todas e todos os mexicanos&#8221;, disse em Cancun, onde se encontrava em passeio. 


A mensagem do ent&#227;o presidente se estendeu aos demais candidatos que participaram das elei&#231;&#245;es presidenciais. &#8220;Ao candidato eleito, e aos demais candidatos, e os felicito por sua participa&#231;&#227;o no processo eleitoral e vos aconselho a um dialogo estreito entre voz. O governo federal e o presidente da Republica est&#225; desejoso em participa deste dialogo pela unidade&#8221;, complementou Fox.
(*) IRNA - Agencia de Noticias IRNA do IR&#195;
  

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      <pubDate>Fri, 08 Sep 2006 14:07:22 GMT</pubDate>
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*Tradu&#231;&#227;o - Os setes magistrados do Tribunal Eleitoral do M&#233;xico decidiram por unanimidade declara a Felipe Calder&#243;n Hinojosa, do Partido A&#231;&#227;o Nacional (PAN), como o novo presidente eleito, e pondo fim assim a 2 meses de incerteza  pol&#237;tica no M&#233;xico. 

Depois da sess&#227;o, que durara quatro horas, juizes avaliaram diretamente os motivos pelo qual Calder&#243;n ganhara as elei&#231;&#245;es presidenciais em julio passado,  por uma margem de 0,56 por cento sobre o seu principal rival, o candidato de centro esquerda Andr&#233;s Manuel Lopes Obrador, do Partido da Revolu&#231;&#227;o Democr&#225;tica (PRD), segundo a BBC de Londres.


O tribunal &#233; a autoridade m&#225;xima eleitoral no M&#233;xico e a sua decis&#227;o &#233; inapel&#225;vel.O anuncio que muitos mexicanos esperavam com &#226;nsia, alguns j&#225; conscientes de que n&#227;o haveria surpresas, foi feito pelo presidente do tribunal, o Sr. Leonel Castilho. &#8220;Declaro que o cidad&#227;o Felipe de Jes&#250;s Calder&#243;n Hinojosa presidente eleito dos Estados Unidos Mexicanos para o per&#237;odo de 1 de dezembro do ano de 2006 &#224; 30 de novembro do ano de 2012, em conseq&#252;&#234;ncia disto lhe entrego as considera&#231;&#245;es de validade correspondentes&#8221;, foi a declara&#231;&#227;o de lida pelo magistrado Castilho.


Cada um dos juizes avalia e argumenta v&#225;rios aspectos que tianham a ver com a qualidade da elei&#231;&#227;o em si mesma: havendo eq&#252;idist&#226;ncia na contenda, si cumpriu os princ&#237;pios da certeza, legalidade, independ&#234;ncia, imparcialidade e objetividade, desta forma o voto foi livre. 


MENSAGEM DE FOX

Nas sess&#245;es, os magistrados criticaram o presidente mexicano, Vicente Fox, por suas freq&#252;entes declara&#231;&#245;es na campanha que, segundo disseram, &#8220;puseram em risco a validade das elei&#231;&#245;es&#8221;.Uns dos primeiros a reagir ao anuncio do Tribunal Eleitoral foi precisamente Fox. &#8220;Desde agora eu envio as minhas felicita&#231;&#245;es ao presidente eleitor Calder&#243;n Hinojosa, desejando-lhe o melhor para a sua gest&#227;o e frente de um grande esfor&#231;o coletivo de todas e todos os mexicanos&#8221;, disse em Cancun, onde se encontrava em passeio. 


A mensagem do ent&#227;o presidente se estendeu aos demais candidatos que participaram das elei&#231;&#245;es presidenciais. &#8220;Ao candidato eleito, e aos demais candidatos, e os felicito por sua participa&#231;&#227;o no processo eleitoral e vos aconselho a um dialogo estreito entre voz. O governo federal e o presidente da Republica est&#225; desejoso em participa deste dialogo pela unidade&#8221;, complementou Fox.
(*) IRNA - Agencia de Noticias IRNA do IR&#195;
  

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      <title>News do Brasil</title>
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      <pubDate>Wed, 06 Sep 2006 18:44:40 GMT</pubDate>
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      <pubDate>Wed, 06 Sep 2006 18:30:02 GMT</pubDate>
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      <title>O vai e vem  tupiniquim</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660074.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Jonex de Jesus Almeida da Silva
Libertad Agencia de Noticias - A pol&#237;tica brasileira leva uma &#8220;enxurrada&#8221; a todo instante envolvida em desacordos e tudo que se pode chama de poss&#237;vel no que condiz a corrup&#231;&#227;o e a tudo mais. No breve momento em que se encontramos de volta ao Brasil reavaliado que a nossa posi&#231;&#227;o deve ser continuar em nossa casa. N&#227;o que sejamos sentimentais,  mais que ao nosso ver: valorizamos o que o Brasil tem de melhor, carisma! 

E foi pensando nisto que A LIBERTAD Agencia de Noticias, se encontra aqui. Informando e esclarecendo, que nada acabou e que tudo que passamos e ouvimos com isso seja inicio de um grande caminho. Que necessitamos caminha  com zelo e retid&#227;o, por que nada se consegue...Ent&#227;o um som e pense nisto.
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      <pubDate>Tue, 05 Sep 2006 20:14:56 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-06-17</dcterms:modified>
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Libertad Agencia de Noticias - A pol&#237;tica brasileira leva uma &#8220;enxurrada&#8221; a todo instante envolvida em desacordos e tudo que se pode chama de poss&#237;vel no que condiz a corrup&#231;&#227;o e a tudo mais. No breve momento em que se encontramos de volta ao Brasil reavaliado que a nossa posi&#231;&#227;o deve ser continuar em nossa casa. N&#227;o que sejamos sentimentais,  mais que ao nosso ver: valorizamos o que o Brasil tem de melhor, carisma! 

E foi pensando nisto que A LIBERTAD Agencia de Noticias, se encontra aqui. Informando e esclarecendo, que nada acabou e que tudo que passamos e ouvimos com isso seja inicio de um grande caminho. Que necessitamos caminha  com zelo e retid&#227;o, por que nada se consegue...Ent&#227;o um som e pense nisto.
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      <title>O Uruguai avan&#231;a rumo &#224; China</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660075.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Jonex de Jesus Almeida da Silva
Libertad Agencia de Noticias

Dando inicio sua retomada no cen&#225;rio internacional, reformula sua posi&#231;&#227;o no comercio internacional. O indicio de sua nova posi&#231;&#227;o se deve inicio de uma rodada de negocia&#231;&#227;o com a China. O chefe de estado o Sr. Tabar&#233; Vazquez, recebeu hoje o presidente da Assembl&#233;ia Popular Nacional da China, o Sr. Wu Bangguo, que viera em visita oficial ao pa&#237;s.

O principal de motivo desta negocia&#231;&#227;o com a China se refere aos indicies de perda por parte do governo uruguaio, que ao seu ver, prejudicara em muito o seu pa&#237;s. O principal ponto, que ser&#225; abordado pelo chefe de governo, esta relacionado a n&#227;o participa&#231;&#227;o dos pa&#237;ses inclusos nos acordos bilaterais em contrato com o MECOSUL. Tendo em vista o que j&#225; fora comentado. As suas maiores perdas em conson&#226;ncia aos desajustes contratuais  no Mercosul e que desta forma vem a prejudica o Uruguai. 

O acordo bilateral com a China e s&#243; o come&#231;o de uma investidura por parte do governo. Que visa aumentar a sua posi&#231;&#227;o internacional, a aqu&#233;m dos acordos firmados com o MERCOSUL. No m&#234;s de agosto o Uruguai intensificara a sua posi&#231;&#227;o comercial aos Estados Unidos. Os mesmo informara na ocasi&#227;o que a sua posi&#231;&#227;o de estreitamento comercial com a Casa Branca, n&#227;o significa a sua inclus&#227;o na pasta do governo em sua participa&#231;&#227;o na NAFTA. 

O pr&#243;ximo passa do governo uruguaio seria dada em dire&#231;&#227;o a &#205;ndia. Que no cen&#225;rio mundial, sustenta uma posi&#231;&#227;o de crescimento continuo. Tendo em vista os pa&#237;ses integrantes do G-20. Apesar de sua nova postura nos acordos comerciais. N&#227;o se cogita a sua sa&#237;da do bloco comercial. Sendo que para alguns o fato da cria&#231;&#227;o do PASUL refuta esta posi&#231;&#227;o de solidariedade ao fadado ao sepultamento. 



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      <pubDate>Mon, 04 Sep 2006 18:14:34 GMT</pubDate>
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Libertad Agencia de Noticias

Dando inicio sua retomada no cen&#225;rio internacional, reformula sua posi&#231;&#227;o no comercio internacional. O indicio de sua nova posi&#231;&#227;o se deve inicio de uma rodada de negocia&#231;&#227;o com a China. O chefe de estado o Sr. Tabar&#233; Vazquez, recebeu hoje o presidente da Assembl&#233;ia Popular Nacional da China, o Sr. Wu Bangguo, que viera em visita oficial ao pa&#237;s.

O principal de motivo desta negocia&#231;&#227;o com a China se refere aos indicies de perda por parte do governo uruguaio, que ao seu ver, prejudicara em muito o seu pa&#237;s. O principal ponto, que ser&#225; abordado pelo chefe de governo, esta relacionado a n&#227;o participa&#231;&#227;o dos pa&#237;ses inclusos nos acordos bilaterais em contrato com o MECOSUL. Tendo em vista o que j&#225; fora comentado. As suas maiores perdas em conson&#226;ncia aos desajustes contratuais  no Mercosul e que desta forma vem a prejudica o Uruguai. 

O acordo bilateral com a China e s&#243; o come&#231;o de uma investidura por parte do governo. Que visa aumentar a sua posi&#231;&#227;o internacional, a aqu&#233;m dos acordos firmados com o MERCOSUL. No m&#234;s de agosto o Uruguai intensificara a sua posi&#231;&#227;o comercial aos Estados Unidos. Os mesmo informara na ocasi&#227;o que a sua posi&#231;&#227;o de estreitamento comercial com a Casa Branca, n&#227;o significa a sua inclus&#227;o na pasta do governo em sua participa&#231;&#227;o na NAFTA. 

O pr&#243;ximo passa do governo uruguaio seria dada em dire&#231;&#227;o a &#205;ndia. Que no cen&#225;rio mundial, sustenta uma posi&#231;&#227;o de crescimento continuo. Tendo em vista os pa&#237;ses integrantes do G-20. Apesar de sua nova postura nos acordos comerciais. N&#227;o se cogita a sua sa&#237;da do bloco comercial. Sendo que para alguns o fato da cria&#231;&#227;o do PASUL refuta esta posi&#231;&#227;o de solidariedade ao fadado ao sepultamento. 



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      <title>Trafico de armas no Paraguai</title>
      <description>&lt;img src="http://libertad.podOmatic.com/mymedia/thumb/36252/0x0_660076.jpg" alt="itunes pic" /&gt;&lt;br /&gt;Jonex de Jesus Almeida da Silva
Libertad Agencia de Noticias

O Paraguai e conhecido por sua fragilidade quando se fala em fiscaliza&#231;&#227;o. Mais caiara por terra este conceito quando na manha deste fim de semana. A policia nacional tendo a participa&#231;&#227;o do minist&#233;rio publico. Encontraram um arsenal em armas no interior do pa&#237;s. Os policiais encontraram este arsenal em uma propriedade sob nome Casa Comercial e ca&#231;a e pesca. Batida fora realizada na rua Mariscal Lopes 2636, localizado no bairro General d&#237;az.

O que &#233; de se espantar se deve ao fato de sua localidade. Se bem todos o sabem &#233; que a resid&#234;ncia do Governo de Amabay, fica localizado nas imedia&#231;&#245;es deste bairro como o tamb&#233;m o pres&#237;dio nacional. Uns dos principais fatores que coincidem relacionados a esta apreens&#227;o esta acondicionada ao fato de que a mesma cidade &#233; uma regi&#227;o de fronteira. Tendo em seu territ&#243;rio a municipalidade de Pedro Juan Caballero.  At&#233; o fechamento desta publica&#231;&#227;o o governado Robert n&#227;o dera qualquer declara&#231;&#227;o oficial a este fato, bem incomum. 

Durante a batida realizada pela policia nacional, na citada propriedade. Tivera o relat&#243;rio de apreens&#227;o: 8.653 projeteis, incluindo antia&#233;reos de 90mm, somando-se a um total de 600 armas de v&#225;rios calibres. O propriet&#225;rio da Casa Comercial Commando, o Sr. Alberto Dornelles, se encontra preso em uma penitenciaria no Brasil. At&#233; o momento se desconhecer a o seu verdadeiro paradeiro. Devido &#224; falta de comunica&#231;&#227;o do poder judici&#225;rio brasileiro no repasse de informa&#231;&#227;o junto ao minist&#233;rio publico do Paraguai. 


O diretor de opera&#231;&#245;es o Sr. Luis Rojas, no descarta a exist&#234;ncia de mais armas, na propriedade em outros lugares em nome da Casa Comercial Commando. A iniciativa liderada pela justi&#231;a paraguaia &#233; um marco na redu&#231;&#227;o dos altos indicie no transporte ilegal de armas pela rota Paraguai &amp; Centro-Oeste do Brasil. 
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      <pubDate>Mon, 04 Sep 2006 17:07:51 GMT</pubDate>
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      <dc:creator>LIBERTAD Agencia de Noticias Podcast</dc:creator>
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      <itunes:summary>Jonex de Jesus Almeida da Silva
Libertad Agencia de Noticias

O Paraguai e conhecido por sua fragilidade quando se fala em fiscaliza&#231;&#227;o. Mais caiara por terra este conceito quando na manha deste fim de semana. A policia nacional tendo a participa&#231;&#227;o do minist&#233;rio publico. Encontraram um arsenal em armas no interior do pa&#237;s. Os policiais encontraram este arsenal em uma propriedade sob nome Casa Comercial e ca&#231;a e pesca. Batida fora realizada na rua Mariscal Lopes 2636, localizado no bairro General d&#237;az.

O que &#233; de se espantar se deve ao fato de sua localidade. Se bem todos o sabem &#233; que a resid&#234;ncia do Governo de Amabay, fica localizado nas imedia&#231;&#245;es deste bairro como o tamb&#233;m o pres&#237;dio nacional. Uns dos principais fatores que coincidem relacionados a esta apreens&#227;o esta acondicionada ao fato de que a mesma cidade &#233; uma regi&#227;o de fronteira. Tendo em seu territ&#243;rio a municipalidade de Pedro Juan Caballero.  At&#233; o fechamento desta publica&#231;&#227;o o governado Robert n&#227;o dera qualquer declara&#231;&#227;o oficial a este fato, bem incomum. 

Durante a batida realizada pela policia nacional, na citada propriedade. Tivera o relat&#243;rio de apreens&#227;o: 8.653 projeteis, incluindo antia&#233;reos de 90mm, somando-se a um total de 600 armas de v&#225;rios calibres. O propriet&#225;rio da Casa Comercial Commando, o Sr. Alberto Dornelles, se encontra preso em uma penitenciaria no Brasil. At&#233; o momento se desconhecer a o seu verdadeiro paradeiro. Devido &#224; falta de comunica&#231;&#227;o do poder judici&#225;rio brasileiro no repasse de informa&#231;&#227;o junto ao minist&#233;rio publico do Paraguai. 


O diretor de opera&#231;&#245;es o Sr. Luis Rojas, no descarta a exist&#234;ncia de mais armas, na propriedade em outros lugares em nome da Casa Comercial Commando. A iniciativa liderada pela justi&#231;a paraguaia &#233; um marco na redu&#231;&#227;o dos altos indicie no transporte ilegal de armas pela rota Paraguai &amp; Centro-Oeste do Brasil. 
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      <title>Fim de um passado</title>
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Libertad Agencia de Noticias
 
Nesta d&#233;cada que se passou estamos sendo assolado por in&#250;meros fantasma a conta pela morte do ex-ditador general Alfredo Stroessner. Exilado e sozinho a n&#227;o ser pela sua fam&#237;lia que lhe fizera a companhia neste momento "dor". 

O ex-ditador marcara a sua vida pela atrocidade, por que desta forma que o mesmo &#233; conhecido em seu pa&#237;s. Tal confirma&#231;&#227;o posso garantir a sua veracidade. Eu mesmo tive esta experi&#234;ncia de indiferen&#231;a. No instante em que eu residi no Paraguai....isto faz exatamente uns dois anos. E neste per&#237;odo mencionado me deparei com os seguintes depoimentos por parte do povo paraguaio que o desprezava-o veemente sendo que alguns momento lhe escapava-lhes amea&#231;as contra Stroessner. 

Uns dos pontos que podemos nota neste fato em quest&#227;o se refere aos partidos pol&#237;ticos em quest&#227;o. Em especial o partido do Colorado, que n&#227;o lhe dispuseram quaisquer ajuda seja ela por meio financeiro at&#233; mesmo pol&#237;tico. Uns dos fatos marcantes com  que fizesse germina tamanha indiferen&#231;a se refere ao fato que at&#233; os seus correligion&#225;rios tinham medo de Strossner. Com isso a sua extradi&#231;&#227;o era bastante pertinente. Em especial para os colorados que detinham. E no momento presente acontecer o mesmo.

Entenda as fac&#231;&#245;es pol&#237;tico partid&#225;rias paraguaias

O Paraguai &#233; formados por departamentos, que no qual conhecemos como estado, em seguida segue-se as municipalidades, que conhecemos como munic&#237;pios e por fim as prov&#237;ncia, que podemos entender por distritos. Desta forma administra&#231;&#227;o se torna menos ociosa a pensa em rela&#231;&#227;o ao custo beneficio da gest&#227;o publica do estados em seus complementos. No Paraguaio existe apenas dois partidos ao molde da Constitui&#231;&#227;o americana. Sendo estes o partido colorado conforme j&#225; fora mencionado em seguida o partido liberal. Que neste momento &#233; minoria no Congresso Nacional (C&#226;mara Legislativa). 

Uns dos fatos marcante da gest&#227;o paraguaia se refere ao Minist&#233;rio Publico. O mesmo &#233; divido em varias setores em inclusive o eleitoral e com isso vem a facilitar a fiscaliza&#231;&#227;o dos desmandos cometidos pelos pol&#237;ticos. Tais incis&#245;es foram necess&#225;rias logo a queda da ditadura de trinta anos da era Strossner. 

Indiferen&#231;a  guarani 

Strossner partira a sombra da indiferen&#231;a do povo paraguaio, que n&#227;o sentira quaisquer sentimento em rela&#231;&#227;o ao ditador que n&#227;o deixara que deva ser lembrado ou mencionado. No per&#237;odo em que estivera internado em um hospital no Distrito Federal onde era exilado. Chegou a ser cogitado a sua extradi&#231;&#227;o para que o mesmo fosse velado sepultado em solo paraguaio. Mais uns dos integrantes das vitimas da ditadura, declarou com repudio a poss&#237;vel volta de Strossner,  mesmo como morte. E que o mesmo n&#227;o deveria ter o direito de ser enterrado em solo paraguaio manchado pelo sangue dos inocentes. 

L&#225; se foi um fim de uma era de mais trinta anos do poder perdendo apenas para Fidel Castro, que perpetua em governo de cinq&#252;enta anos. Somando-se a ditadura cubana e a paraguaia, ambas foram as mais longas de toda a Am&#233;rica Latina. 

Choro, solu&#231;os...nada, foi o que "n&#227;o se ouvir ao saber da morte de mais um ditador.

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      <pubDate>Mon, 04 Sep 2006 14:24:06 GMT</pubDate>
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      <itunes:summary>Jonex de Jesus Almeida da Silva 
Libertad Agencia de Noticias
 
Nesta d&#233;cada que se passou estamos sendo assolado por in&#250;meros fantasma a conta pela morte do ex-ditador general Alfredo Stroessner. Exilado e sozinho a n&#227;o ser pela sua fam&#237;lia que lhe fizera a companhia neste momento "dor". 

O ex-ditador marcara a sua vida pela atrocidade, por que desta forma que o mesmo &#233; conhecido em seu pa&#237;s. Tal confirma&#231;&#227;o posso garantir a sua veracidade. Eu mesmo tive esta experi&#234;ncia de indiferen&#231;a. No instante em que eu residi no Paraguai....isto faz exatamente uns dois anos. E neste per&#237;odo mencionado me deparei com os seguintes depoimentos por parte do povo paraguaio que o desprezava-o veemente sendo que alguns momento lhe escapava-lhes amea&#231;as contra Stroessner. 

Uns dos pontos que podemos nota neste fato em quest&#227;o se refere aos partidos pol&#237;ticos em quest&#227;o. Em especial o partido do Colorado, que n&#227;o lhe dispuseram quaisquer ajuda seja ela por meio financeiro at&#233; mesmo pol&#237;tico. Uns dos fatos marcantes com  que fizesse germina tamanha indiferen&#231;a se refere ao fato que at&#233; os seus correligion&#225;rios tinham medo de Strossner. Com isso a sua extradi&#231;&#227;o era bastante pertinente. Em especial para os colorados que detinham. E no momento presente acontecer o mesmo.

Entenda as fac&#231;&#245;es pol&#237;tico partid&#225;rias paraguaias

O Paraguai &#233; formados por departamentos, que no qual conhecemos como estado, em seguida segue-se as municipalidades, que conhecemos como munic&#237;pios e por fim as prov&#237;ncia, que podemos entender por distritos. Desta forma administra&#231;&#227;o se torna menos ociosa a pensa em rela&#231;&#227;o ao custo beneficio da gest&#227;o publica do estados em seus complementos. No Paraguaio existe apenas dois partidos ao molde da Constitui&#231;&#227;o americana. Sendo estes o partido colorado conforme j&#225; fora mencionado em seguida o partido liberal. Que neste momento &#233; minoria no Congresso Nacional (C&#226;mara Legislativa). 

Uns dos fatos marcante da gest&#227;o paraguaia se refere ao Minist&#233;rio Publico. O mesmo &#233; divido em varias setores em inclusive o eleitoral e com isso vem a facilitar a fiscaliza&#231;&#227;o dos desmandos cometidos pelos pol&#237;ticos. Tais incis&#245;es foram necess&#225;rias logo a queda da ditadura de trinta anos da era Strossner. 

Indiferen&#231;a  guarani 

Strossner partira a sombra da indiferen&#231;a do povo paraguaio, que n&#227;o sentira quaisquer sentimento em rela&#231;&#227;o ao ditador que n&#227;o deixara que deva ser lembrado ou mencionado. No per&#237;odo em que estivera internado em um hospital no Distrito Federal onde era exilado. Chegou a ser cogitado a sua extradi&#231;&#227;o para que o mesmo fosse velado sepultado em solo paraguaio. Mais uns dos integrantes das vitimas da ditadura, declarou com repudio a poss&#237;vel volta de Strossner,  mesmo como morte. E que o mesmo n&#227;o deveria ter o direito de ser enterrado em solo paraguaio manchado pelo sangue dos inocentes. 

L&#225; se foi um fim de uma era de mais trinta anos do poder perdendo apenas para Fidel Castro, que perpetua em governo de cinq&#252;enta anos. Somando-se a ditadura cubana e a paraguaia, ambas foram as mais longas de toda a Am&#233;rica Latina. 

Choro, solu&#231;os...nada, foi o que "n&#227;o se ouvir ao saber da morte de mais um ditador.

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      <title>Antifacismo na Argentina</title>
      <description>Videos sobre os desenvolvimento do antifacismo, na  Argentina.</description>
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      <pubDate>Wed, 30 Aug 2006 18:24:47 GMT</pubDate>
      <dcterms:modified>2008-05-06</dcterms:modified>
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